workshop | macramé with po:emo

Aprender coisas novas faz parte de mim, não sei viver sem aprender, sem procurar, sem criar e tentar saber mais sobre algo novo. Há anos que ando de olho na Sara, coitada… tipo stalker. No início porque queria colaborar com ela num espaço que tive pronto a receber marcas giras e que precisavam de mostrar ao público o que fazem de giro e novo, mas depois porque queria muito que ela dedicasse o tempo a workshops, só para eu ter uma desculpa para aprender, ver de perto e tirar as teimas se de facto o macramé era algo para mim. Pelos visto parece que é… A Sara finalmente fez um workshop que desse para eu ir, no seu pequeno canto, lindo de morrer com direito a bolo de banana, que se não souberem, ficam a saber que é dos meus preferidos e este estava divinal… já o macramé fiquei a saber que também adoro!

Será crédito mais da professora do que da aluna, será do espaço, do bolo, do ambiente que se cria quando num espaço acolhedor se juntam quatro pessoas com gosto pelo trabalho feito à mão, com vontade de aprender e de criar algo. Talvez dos trabalhos, ou pelo menos momentos, mais zen que alguma vez vivi… tirando o olhar continuamente para um bebé recém-nascido durante horas, isto fez-me lindamente.

Também me perdi pelos recantos do espaço, não fosse eu arquitecta e sempre em modo “à procura de cenários bonitos”, os pormenores fazem a diferença e aqui há mil. 

po:emo | sitefacebook | instagram
workshops | info@poemo.pt
Estou orgulhosa da minha peça, sei que tem erros e com eles muita aprendizagem pela frente, mas só se aprende com desafios e vem por aí um, enorme por sinal. Já mandei vir a corda, pela Po:emo e não tarda estou em pela posição macramé, posição essa que envolve um charriot, um banco e alguma ginástica pois as costas dão de si e não é da idade. Se gostam de trabalhos manuais, experimentem, estejam atentas às datas e aprendam sempre coisas novas!
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workshop | rita sevilha weaving

workshop | iniciação à tapeçaria . nível I | weaving no atelier da tufi
gosto de me dar com gente boa. com gente que tem o seu próprio equilíbrio mental, que não corre atrás dos outros e que procura a paz, o modo zen de fazer as coisas e principalmente faz coisas bonitas. já vi de tudo e cada vez mais destralho também nos conhecimentos de pessoas… porque se nos circundarmos com pessoas que acima de tudo fazem coisas bonitas, e querem transmitir os seus próprios truques para tal então só pode ser boa pessoa. não nos conhecemos há muito, aliás, pessoalmente só há três dias, mas tal como tantas outras pessoas ás vezes as conversas, as msgs e as energias sentem-se sem vermos quem está do outro lado. 
quando meti na cabeça que este ano vou querer dar um impulso ao atelierdatufi para criar eventos e vendas quis também criar um espaço que promovesse o convívio entre pessoas, desconhecidas se tivesse que ser que pudessem aprender, partilhar e inovar juntas. os workshops são isso mesmo, momentos de aprendizagem com um tema, onde podem vir pessoas que já sabem como se faz e querem aprender mais ou para quem nunca tenha visto nada sobre o tema mas que o interesse a leva a querer passar um dia com pessoas diferentes e em ambiente de partilha. 
este sábado começamos com o primeiro workshop não só da #MINILOJAmaisqueridadobairro mas também da Rita, que conseguiu num dia meter as suas alunas viciadas em tapeçaria, prontas a saírem dali com imensa vontade de fazer outra peça e treinar tudo o que aprenderam. a sua maneira de falar, de estar e de querer partilhar é de uma ternura e simpatia imensa e eu própria que “não paguei bilhete” ali fiquei sem vontade de sair e de absorver todas as informações que a Rita nos deu. eu já sou fã desta minha nova terapia e ando super contente com o que tenho feito e oferecido ás minhas amigas, mas eu sabia que me falta imensa informação, técnica e muito conhecimento básico… sempre admiti que aldrabo um pouco nas peças porque me faltam alguns truques e ali num instante conseguimos tratar disso. 
foi bom, muito bom mesmo. as alunas adoraram e já fazem fila para o nível II e espero que não só se faça esse como quero muito repetir o nível I para quem já ligou e já pediu outros. tenho a certeza que a Rita terá toda a disponibilidade e em breve teremos datas novas. tenho a certeza que de todas as vezes será este feeling de paz e de iluminação vindo de quem sabe o que faz e que o faz de coração cheio. obrigada Rita!

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workshop | rita sevilha weaving

workshop | iniciação à tapeçaria . nível I | weaving no atelier da tufi
gosto de me dar com gente boa. com gente que tem o seu próprio equilíbrio mental, que não corre atrás dos outros e que procura a paz, o modo zen de fazer as coisas e principalmente faz coisas bonitas. já vi de tudo e cada vez mais destralho também nos conhecimentos de pessoas… porque se nos circundarmos com pessoas que acima de tudo fazem coisas bonitas, e querem transmitir os seus próprios truques para tal então só pode ser boa pessoa. não nos conhecemos há muito, aliás, pessoalmente só há três dias, mas tal como tantas outras pessoas ás vezes as conversas, as msgs e as energias sentem-se sem vermos quem está do outro lado. 
quando meti na cabeça que este ano vou querer dar um impulso ao atelierdatufi para criar eventos e vendas quis também criar um espaço que promovesse o convívio entre pessoas, desconhecidas se tivesse que ser que pudessem aprender, partilhar e inovar juntas. os workshops são isso mesmo, momentos de aprendizagem com um tema, onde podem vir pessoas que já sabem como se faz e querem aprender mais ou para quem nunca tenha visto nada sobre o tema mas que o interesse a leva a querer passar um dia com pessoas diferentes e em ambiente de partilha. 
este sábado começamos com o primeiro workshop não só da #MINILOJAmaisqueridadobairro mas também da Rita, que conseguiu num dia meter as suas alunas viciadas em tapeçaria, prontas a saírem dali com imensa vontade de fazer outra peça e treinar tudo o que aprenderam. a sua maneira de falar, de estar e de querer partilhar é de uma ternura e simpatia imensa e eu própria que “não paguei bilhete” ali fiquei sem vontade de sair e de absorver todas as informações que a Rita nos deu. eu já sou fã desta minha nova terapia e ando super contente com o que tenho feito e oferecido ás minhas amigas, mas eu sabia que me falta imensa informação, técnica e muito conhecimento básico… sempre admiti que aldrabo um pouco nas peças porque me faltam alguns truques e ali num instante conseguimos tratar disso. 
foi bom, muito bom mesmo. as alunas adoraram e já fazem fila para o nível II e espero que não só se faça esse como quero muito repetir o nível I para quem já ligou e já pediu outros. tenho a certeza que a Rita terá toda a disponibilidade e em breve teremos datas novas. tenho a certeza que de todas as vezes será este feeling de paz e de iluminação vindo de quem sabe o que faz e que o faz de coração cheio. obrigada Rita!

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my fave | o meu tear

comprei o meu tear, de tamanho médio pouco maior de um A3, o suficiente para que a peça tenha uma dimensão amorosa, mas que também possa servir de decoração e não enorme que ocupe metade da casa enquanto a estiver a produzir, pormenor importante para quem não tem espaço nem para mais um alfinete. quando o encomendei não fazia sequer ideia de como começar nem sequer como montar um tear. chegou em peças, num saquinho próprio, cheio de carinho da WEAVING, da querida Rita que tanto me aturou quando eu quis pedir um tear e não fazia ideia do que estava a pedir… ouviu-me, aturou-me e lá me orientou. chamei as peças com nomes que não lembra a ninguém e ela bem me ouviu… mesmo assim, quando chegou amei. montei-o… e olhei bem, vi, virei, toquei… e nada. ficou ali uns três dias… só depois comprei as lãs, procurei e encontrei, mas não tinha ainda coragem para começar. 
queria tanto pedir ajuda, mas na altura só mesmo a internet, com pedaços de sugestões, blogs, teorias e durante um tempo não achava possível começar quanto mais acabar uma peça inteira. 
mas teria-me dado jeito um workshop a sério… claro que acho que cada um pode começar, aprender com os mil erros que fiz e ter imenso gozo em ver uma peça acabada, no entanto acredito que há imensa técnica por aprender e essa mesma técnica poderia ter dado tanto jeito. não perdi a esperança e por isso mesmo, se a montanha não vai  a Maomé, o Maomé vai à montanha (se não for assim… fica a ideia) e por isso mesmo, esta sábado a rita vem dar um workshop à #MINILOJAmaisqueridadobairro de iniciação à tapeçaria, de nível I e que vai ser muito bom. eu não vou resistir em ir e vou absorver tudo o que ela disser, fizer e ensinar porque por mais auto-didacta que eu me considere, quero imenso saber fazer bem e aprender tantos outros pontos, técnicas, usos, costumes e diferentes materiais possíveis. Não sei se o primeiro nível dará para tudo, mas fica a promessa de levarem um tear e uma peça inteira para casa! Fica a sugestão!
Estou tão orgulhosa destas minhas peças tenho a certeza que vocês farão outras ainda melhores!!
Inscrevam-se em info@atelierdatufi.com e não se vão arrepender! 
LET’S WEAVE!!

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my fave | o meu tear

comprei o meu tear, de tamanho médio pouco maior de um A3, o suficiente para que a peça tenha uma dimensão amorosa, mas que também possa servir de decoração e não enorme que ocupe metade da casa enquanto a estiver a produzir, pormenor importante para quem não tem espaço nem para mais um alfinete. quando o encomendei não fazia sequer ideia de como começar nem sequer como montar um tear. chegou em peças, num saquinho próprio, cheio de carinho da WEAVING, da querida Rita que tanto me aturou quando eu quis pedir um tear e não fazia ideia do que estava a pedir… ouviu-me, aturou-me e lá me orientou. chamei as peças com nomes que não lembra a ninguém e ela bem me ouviu… mesmo assim, quando chegou amei. montei-o… e olhei bem, vi, virei, toquei… e nada. ficou ali uns três dias… só depois comprei as lãs, procurei e encontrei, mas não tinha ainda coragem para começar. 
queria tanto pedir ajuda, mas na altura só mesmo a internet, com pedaços de sugestões, blogs, teorias e durante um tempo não achava possível começar quanto mais acabar uma peça inteira. 
mas teria-me dado jeito um workshop a sério… claro que acho que cada um pode começar, aprender com os mil erros que fiz e ter imenso gozo em ver uma peça acabada, no entanto acredito que há imensa técnica por aprender e essa mesma técnica poderia ter dado tanto jeito. não perdi a esperança e por isso mesmo, se a montanha não vai  a Maomé, o Maomé vai à montanha (se não for assim… fica a ideia) e por isso mesmo, esta sábado a rita vem dar um workshop à #MINILOJAmaisqueridadobairro de iniciação à tapeçaria, de nível I e que vai ser muito bom. eu não vou resistir em ir e vou absorver tudo o que ela disser, fizer e ensinar porque por mais auto-didacta que eu me considere, quero imenso saber fazer bem e aprender tantos outros pontos, técnicas, usos, costumes e diferentes materiais possíveis. Não sei se o primeiro nível dará para tudo, mas fica a promessa de levarem um tear e uma peça inteira para casa! Fica a sugestão!
Estou tão orgulhosa destas minhas peças tenho a certeza que vocês farão outras ainda melhores!!
Inscrevam-se em info@atelierdatufi.com e não se vão arrepender! 
LET’S WEAVE!!

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gosto disto | brand yourself

e se um dia vos dissessem “rebrand yourself”?! 
“a marca é um conjunto de expectativas, memórias, estórias e relações que, juntas contribuem para a decisão do consumidor de escolher um produto ou serviço ao invés de outro! _ Seth Godin
pois nós, pessoas, também somos possíveis marcas, com as mesmas expectativas, relações e estórias. É cada vez mais importante trabalharmos essas mesmas relações e expectativas, ou seja o nosso PERSONAL BRANDING, a nossa marca, nós como produto. E para isso é preciso trabalhar com quem sabe do assunto, LOOK A DAY, mais precisamente a Ana. 
Deixem-se levar pela Ana para vos conhecerem melhor a vocês próprios, a conhecer melhor a tua marca que não é mais do que os teus valores, as tuas competências, o teu estilo e forma de ser. A tua marca, a percepção que os outros têm de ti, influencia a tua carreira, as tuas relações e a tua vida em geral. Por isso experimentem, deixem-se surpreender por vos mesmos! Com a ajuda importantíssima da Ana. 
Ainda há vagas!
20 e 27 de Setembro _ Lisboa
10 e 11 de Outubro _ Porto
reservas: mail@look-a-day.com
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gosto disto | brand yourself

e se um dia vos dissessem “rebrand yourself”?! 
“a marca é um conjunto de expectativas, memórias, estórias e relações que, juntas contribuem para a decisão do consumidor de escolher um produto ou serviço ao invés de outro! _ Seth Godin
pois nós, pessoas, também somos possíveis marcas, com as mesmas expectativas, relações e estórias. É cada vez mais importante trabalharmos essas mesmas relações e expectativas, ou seja o nosso PERSONAL BRANDING, a nossa marca, nós como produto. E para isso é preciso trabalhar com quem sabe do assunto, LOOK A DAY, mais precisamente a Ana. 
Deixem-se levar pela Ana para vos conhecerem melhor a vocês próprios, a conhecer melhor a tua marca que não é mais do que os teus valores, as tuas competências, o teu estilo e forma de ser. A tua marca, a percepção que os outros têm de ti, influencia a tua carreira, as tuas relações e a tua vida em geral. Por isso experimentem, deixem-se surpreender por vos mesmos! Com a ajuda importantíssima da Ana. 
Ainda há vagas!
20 e 27 de Setembro _ Lisboa
10 e 11 de Outubro _ Porto
reservas: mail@look-a-day.com
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workshop | mum’s the boss

a necessidade de fazer este workshop surgiu de um pedido de ajuda, num momento mais complicado, num momento em que eu percebi “não consigo”… escrevi um post… passaram-me um contacto, enviei um mail igual. do outro lado responderam em 3 segundos. com tom doce, com abraço distante, com carinho e a frase “não é estranho, tudo o que sente é normal”
sou mãe, sou mãe há 3 anos e meio e só há 6 meses senti pela primeira vez que não ia conseguir sê-lo sem que desabafasse com alguém. nunca me achei má mãe, mas não quero de todo sê-lo, ou pensá-lo, quero agir para que não fique senil, rancorosa, irritada, quero lembrar-me várias vezes ao dia se for preciso que sou eu, e o melhor que eles têm.
do tom meigo do norte veio o fio da cana de pesca, um workshop programado mas ainda sem data, inscrevi-me mentalmente e a sério quando a primeira data surgiu em lisboa.

um dia para me sentir normal, parecendo magia tudo se resolveu, na minha cabeça pelo menos. provei a mim mesma que há muitas crianças e mais que tudo muitas mães, e as crianças são sim o nosso espelho, são sim só nossos e se uns fazem assim outros fazem assado outros nem isso, se há mães assim há ainda muito mais e de mil e uma maneiras. há histórias, cenas e aventuras. há sopas, birras e noites mal dormidas, há gargalhadas e choros em público, há vergonhas e zangas, há abraços e beijinhos. há tudo aquilo que eu sempre sonhei e quis para mim. há o que nunca quis porque não sei. mas há acima de tudo ao fim do dia, uma família com os seus erros e imperfeições, mas há amor, muito amor.

madga… que dizer. esse tom suave na voz acalma qualquer um e se eu preferia ter tido um workshop privado, gostei de ouvir tudo, e se principalmente perceber quem eu sou como mãe. sou mãe de gémeos de 3 anos e meio, não posso pretender nem mais nem menos, mas quero e posso pedir ajuda quando for preciso. e posso sempre fazer de palhaça, certo? 😉

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workshop | mum’s the boss

a necessidade de fazer este workshop surgiu de um pedido de ajuda, num momento mais complicado, num momento em que eu percebi “não consigo”… escrevi um post… passaram-me um contacto, enviei um mail igual. do outro lado responderam em 3 segundos. com tom doce, com abraço distante, com carinho e a frase “não é estranho, tudo o que sente é normal”
sou mãe, sou mãe há 3 anos e meio e só há 6 meses senti pela primeira vez que não ia conseguir sê-lo sem que desabafasse com alguém. nunca me achei má mãe, mas não quero de todo sê-lo, ou pensá-lo, quero agir para que não fique senil, rancorosa, irritada, quero lembrar-me várias vezes ao dia se for preciso que sou eu, e o melhor que eles têm.
do tom meigo do norte veio o fio da cana de pesca, um workshop programado mas ainda sem data, inscrevi-me mentalmente e a sério quando a primeira data surgiu em lisboa.

um dia para me sentir normal, parecendo magia tudo se resolveu, na minha cabeça pelo menos. provei a mim mesma que há muitas crianças e mais que tudo muitas mães, e as crianças são sim o nosso espelho, são sim só nossos e se uns fazem assim outros fazem assado outros nem isso, se há mães assim há ainda muito mais e de mil e uma maneiras. há histórias, cenas e aventuras. há sopas, birras e noites mal dormidas, há gargalhadas e choros em público, há vergonhas e zangas, há abraços e beijinhos. há tudo aquilo que eu sempre sonhei e quis para mim. há o que nunca quis porque não sei. mas há acima de tudo ao fim do dia, uma família com os seus erros e imperfeições, mas há amor, muito amor.

madga… que dizer. esse tom suave na voz acalma qualquer um e se eu preferia ter tido um workshop privado, gostei de ouvir tudo, e se principalmente perceber quem eu sou como mãe. sou mãe de gémeos de 3 anos e meio, não posso pretender nem mais nem menos, mas quero e posso pedir ajuda quando for preciso. e posso sempre fazer de palhaça, certo? 😉

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