#Ttalks | conversa sobre viver das redes

Mais uma edição do #Ttalk no Tra.pé.zio, uma conversa que nos deixou de coração cheio.

Viver das Redes não é só e apenas trabalhar com e para o instagram/facebook. Quando se pensa em viver das redes pensa-se logo em influencers, vips, bloggers (se ainda existem) que se comprometem a criar conteúdo para marcas… por troca de dinheiro, serviços e produtos.

Este é um dos lados das redes, aquele mais profissional, mais distante e até mais falso se quisermos, apenas porque os distancia de quem o partilha. Quem nunca achou estranho que um dia às 10h tantas vips das redes publiquem a mesma marca, o mesmo produto e acham todos que é “óptimo”? . Ninguém ingora o facto de haver obviamente um marketing por trás à caça de posts e quem já não reparou que há gente atrás das marcas para qualquer tipo de colaboração? No entanto, com moderação e um tanto de realismo, por vezes é a melhor forma de comunicar algo a partir de alguém real e não a imagem perfeita de um anúncio de televisão.

Este #Ttalk, o segundo já com este tema, trouxe outros mini temas à mesa, a parte técnica, logística da redes, algritmos e de truques, todas nós queremos chegar mais rápido, mais facilmente e mais pessoas JÁ, mas o que o grupo desta sessão trouxe à mesa foi também uma grande preocupação por chegar MELHOR.

Que mensagem queremos passar quando publicamos nas nossas redes, visualmente o que queremos transmitir, vale a pena atropelarmo-nos sem pensarmos bem nas consequências que isso pode ter em quem nos vê, lê e queremos inspirar? Para além dos números, dinheiro ou seguidores, o que queremos ganhar com o que publicamos?

Como gestora de redes sociais, tenho imenso cuidado com o que a marca que eu represento quer, não só de vendas vivem as redes, aliás acredito que quanto menos viver de vendas e mais interactiva for com o seu público, por conseguinte mais facilmente os leva a comprar algo que lhes conquista antes de ser vendável. A imagem não é só a preocupação com o bonito e alinhado, mas sim com a mensagem e a ligação que tem com a sua comunidade… e foi a essa mesma comunidade que demos tanta importância desta segunda edição do #Ttalk Viver das Redes, aquela que nos permite comunicar com quem nos inspira e se deixa inspirar com o que comunicamos.

Senti em pleno essa partilha naquela manhã já de outuno, com uma mesa a convidá-lo em pleno e aceitar a mudança, porque no fundo a mudança também foi tema, aquela sensação de por termos mudado de vida, por escolha ou não, qual o passo a tomar perante as redes quando queremos criar algo nosso do início…

Tenho a sorte de viver momentos únicos. Dou o tudo para que quem os viva comigo sinta boa energia, emoções e partilhas especiais. Rodear-me de quem me acrescenta e faz de mim uma pessoa melhor é só a melhor parte do meu sorriso.

Obrigada a todas

as que participaram neste momento único e espero que tenham levado daqui tanto quanto quisemos partilhar.

Tra.pé.zio . Andrea Portugal Deveza . Raquel Fortes . Catarina Beato | Pequeno-almoço de Raquel Fortes e Joana Trigueiros | Fotografias de Vera Moser Barreto

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tra.pé.zio | #Ttalk . MINIMALISMO

É já esta próxima 4f que fazemos mais um #Ttalk aqui no #trapeziocowork e o tema não podia ser mais actual. Convidámos a querida Ana Couceiro Pires para nos falar deste novo mas tão preciso movimento do MINIMALISMO, e como podemos de facto ser mais feliz com menos.

“Todos queremos ser mais felizes mas muitas vezes não sabemos por onde começar.

Vivemos numa bolha de stress, estamos cansados, cada vez mais ansiosos e angustiados. Os investigadores afirmam que este é o resultado de uma sociedade contemporânea onde o consumismo é muitas vezes vendido como felicidade. Vivemos sob um estado de consumismo frenético capaz de nos trazer alguma felicidade momentânea, mas que depois nos deixa uma enorme sensação de vazio e descontentamento.

Foi precisamente em resposta a estas emoções de desgaste e depressão que nasceu o movimento do Minimalismo. Sob o lema menos é mais, o Minimalismo ajuda-nos a priorizar e simplificar a nossa vida.

Podemos encará-lo como um movimento, mas na verdade este torna-se rapidamente numa forma de estar.

A ideia do minimalismo é começamos por questionar onde encontramos a nossa felicidade e como podemos acrescentar valor à nossa vida. Ao respondermos com sinceridade a estas questões, conseguimos criar uma visão clara de quem somos e do que queremos e rapidamente perceber o que nos é essencial e o que está em excesso na nossa vida.

Com um mindset mais simples e leve, a ideia de eliminar o excesso – de coisas, emoções e relacionamentos – torna-se libertadora. É com este exercício de auto-análise que o minimalismo se torna mais evidente: podemos viver mais – mais felizes, mais conscientes, mais calmos – se tivermos menos. E é com esta máxima – menos é mais – que começamos a aproveitar e entender todos os nossos espaços: físicos, mentais e até digitais.

Acredito que o minimalismo é o ponto de partida para uma nova vida mais organizada, consciente, calma e feliz.

E para nos deliciar com um pequeno almoço óptimo, vamos ter a mesa posta com o LOCAL Your Healthy Kitchen! Não percam, inscrevam-se já: andrea@andreaportugal.pt

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tra.pé.zio | #Ttalk . mãe, mulher, profissional, onde fica o desejo sexual

Aconteceu o mês passado mais um #ttalk, este num modelo diferente, mais intimista, não fosse o tema mais pessoal, mais intimidador e ao mesmo tempo tão libertador. O grupo, mais pequeno, foi coeso e tão interessante.

Recebemos a Psicóloga e Sexóloga Clínica, Marta Xavier Cuntim, que nos ajudou a perceber e connosco nos levou num discurso tranquilo, esclarecedor no mundo que é toda esta pressão que nós mulheres, nos colocamos em cima quando temos e nos exigem que cheguemos a tudo e sempre da melhor maneira possível.

Catering fornecido por Maria Granel e It’s Up to you . com uma mesa, minha, linda decorada para o tema cheia de encarnados, verdes e sabores mais picantes!

Foi muito interessante perceber como tanto do que achamos ser necessidade, é mito, e tanto é exigência nossa. No entanto, foi importante saber que apesar de tudo, o desejo sexual, mesmo que pareça “tarefa” pode estar só adormecido e nem por isso posto de parte. Ele existe sempre, é só preciso acorda-lo!

“No meio da azáfama do dia-a-dia a sensação que fica é que estamos sempre sem tempo para nada. Na hora de escolher o que se faz e o que fica por fazer o que acaba por se adiar é sempre aquilo que não tem impacto no imediato, e o desejo acaba por ficar para segundo plano. Os miúdos, os lanches, as roupas, a preparação da reunião, os almoços e jantares… tudo é importante.” diz Marta Cuntim

“As relações sexuais são fundamentais para a vida do casal, trazem intimidade e estabilidade, ajudam na compreensão e tolerância, diminuem a margem de dúvida. Os benefícios das relações sexuais são de conhecimento geral, mas deixo-lhe aqui alguns que podem ajudar na sua gestão diária:

  • Melhora o sono: o orgasmo potencia uma sensação de relaxamento que faz com que durma melhor. Esta reação tem um efeito prolongado, devido a ação dos neurotransmissores que passam a atuar com mais regularidade e em maior quantidade.
  • Diminui o stress:  uma vez que, no contexto da relação sexual, a hormona Cortisol está presente em menor quantidade, potenciando uma sensação de calma e bem-estar.
  • Diminui a dor: durante o sexo, e acima de tudo durante o orgasmo, o nosso corpo produz endorfina, a hormona responsável por aliviar a sensação de dor.

Quando tiverem tanto que fazer, pensem duas vezes no que realmente fazer e no que realmente faz falta!

Se quiserem saber mais sobre as próximas #Ttalks, ou #Trapéziotalks vejam aqui!

e claro, tenho sempre comigo as minhas companheiras nesta viagem: catariana beato e raquel fortes

A próxima é já esta 4f, dia 26 de junho, 10-13h sobre: MINIMALISMO!

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tra.pé.zio | #Ttalk . saber ler os números

Foi com imenso orgulho que fizémos mais um Ttalk, neste mês de maio, com mais uma mesa colorida e feita cheia de amor por tantas pessoas queridas. 
 
O tema desta edição foi “Saber Ler os Números” e que tema, para mangas claro, se desse estávamos aqui horas a fio, mas no tempo que dedicamos aos temas, também sabemos que há tempo para expôr o tema, há questões, há dúvidas sobre determinados assuntos. Os números não são tudo nas redes, mas são uma grande parte que podem num segundo fazer um bicho de sete cabeças de uma coisa simples. 

Sendo o tema mais técnico houve espaço para claramente darmos a volta aos números todos, tim tim por tim tim, de cada rede social, focando mais a atenção para o facebook e instagram, não fossem as redes sociais do momento.

Passámos os olhos também pelos site e blogs de quem participou de modo a simplificar a análise aos mesmos.

Nas Ttalks (conversas do trapézio) há sempre duas coisas que não falham, uma mesa decorada e um catering delicioso, é o cartão de visita destes nossos momentos. Queremos que ao entrar se sintam logo parte de um grupo, de um espaço e de um momento único.

Em conversa aprende-se imenso, e nós as três, eu, a Catarina e a Raquel, mesmo sendo as oradoras, as promotoras do evento, saímos de cada conversa mais ricas.

O catering foi trazido pela Joana Trigueiros, delicioso como nunca e o bolo de chocolate, super saudável, encheu-nos as medidas, queríamos mais todos os dias! A Raquel trouxe os dois húmus óptimos e um smoothie como só ela faz, cheio de nutrientes e saúde!

A Horta do Bairro ajudou nos produtos frescos, frutas, verduras que não só são deliciosos como lindos e que completaram muito bem a decoração!

A quem veio conversar connosco, muito obrigada pela companhia, pelas questões que nos puseram todas a pensar e racicionar cobre um tema que parece já definido mas que muda a toda a hora e que de uma maneira ou outra faz parte do nosso trabalho.

A todas as presentes, obrigada:

marta piteira

. margarida spínola

. ana couceiro pires

. teresa perdigão

. joana trigueiros

e claro, às minhas companheiras nesta viagem: catariana beato e raquel fortes

Podem ver as datas e temas dos próximos #Ttalks, aqui!

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tra.pé.zio | #Ttalk . fotografia no instagram

Há um mês deu-se a edição de Ttalks sobre Fotografia no Instagram, tema este que me é muito querido e necessário, hoje em dia. Fotografia é, para mim tão importante como o que se escreve. Numa imagem podem estar já mil palavras ou emoções, e o poder de transmitir tanto num quadradinho, como é o caso do Instagram é interessantíssimo. 
 
Nesta conversa reuniram-se caso tão diferentes de como usam a fotografia nas suas redes sociais, umas mais impulsivas que outras, uma (eu) mais metódica que o resto do mundo, umas mais preocupadas em seguir um raciocínio, outras mais decididas no que publicam. Modos tão diferentes, mas tão importantes no percurso e método de cada perfil do instagram. Todos acima de tudo, válidos. 

Foi com imenso gosto que recebemos um novo grupo de pessoas interessantes, cheias de ideias no nosso espaço Tra.pé.zio, para não falar da deliciosa comidinha boa da Fabiana do The Food for Real que nos encheu a mesa e a alma de boa disposição. 

A partilha faz parte destas conversas e apesar de querermos guiar um pouco o assunto com as nossas próprias vivências, parte de mim gostaria apenas de ouvir e assimilar tudo o que é dito nestas três horas e todos os pequenos truques e conselhos que vão sendo partilhados por todas. 

Obrigada a todas pela presença e pelo carinho, não tarda há mais um Ttalk e estas imagens da Inês (a.k.a. yellow savages) mostram tão bem o ambiente bom e emocionante que se vivem por aqui.  

A todas as presentes, obrigada:

mariana horgan

pumpkin

old goes chic

joana trigueiros

the food for real

slow mãe

yellow savages

avocato and soul

mother’s mind

e claro, às minhas companheiras nesta viagem: catariana beato e raquel fortes

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tra.pé.zio | #Ttalk . viver das redes

Este foi o grupo do primeiro #Ttalk . Viver das Redes (ou não), e que grupo! Que dia, que manhã e que conversa boa! Tudo começou com uma ideia para onde arrastei duas pessoas extraordinárias, a Catarina Beato e a Raquel Fortes nem hesitaram e criámos um ambiente, não só de trabalho, bom e fácil, super interessante e motivador. Cada uma com o seu background, com a sua experiência conseguimos as três fazer maravilhas. 
Tem sido um momento especial na minha vida, sentir o apoio moral e até palpável de um grupo que poderia noutro período da vida nem sequer se juntar mas que por um acaso perfeito acabou por conseguir criar oportunidades e momentos especiais. 
Um desses momentos foi este, ontem no espaço Tra.pé.zi.o.
As #Ttalks, conversas à mesa com tema e pequeno-almoço.
Nesta primeira edição, a querida Fabiana do TheFoodForReal trouxe-nos o que tem de melhor, bolo de milho (yum), húmus, pão, fruta fresca e frutos secos que não só desapareceram em três segundos como eu guardei o resto do bolo só para mim enquanto tiver que fazer balanços trimestrais para várias marcas!

  

O tema da primeira #Ttalk foi sobre o viver das redes, ou seja se de facto se pode ou não viver DAS redes e como é que isso acontece ao longo de tempo. Trocámos impressões de quem o faz há anos, de quem tenta mas não sabe como, de quem não quer de todo mas que por questões de trabalho e de maior publicidade a isso se sente obrigado. E ainda de quem vive das redes por gerir redes sociais de outras personalidades/marcas. 
Do meu lado foi importante transmitir os pontos essenciais do que vê uma marca quando olha para uma influenciadora ou blogger, ou um simples seguidor. Que relação têm que ter os seguidores com marcas, ou outras personalidades. Que rede de colaborações são eficazes na construção de uma identidade digital e que lugar ocupa no mundo das redes sociais. Tudo isto fluiu como conversa entre amigas, entre dentadas e chá quente. 

Perguntam-me muitas vezes o que é a Tra.pé.zi.o, é um colectivo de pessoas, e no fundo é simples, é uma forma geométrica com os lados todos diferentes que criam um todo, lados esses igualmente importantes. No circo, como na vida, é dos momentos mais perigosos, mais desafiantes, com a certeza porém de que até podemso cair, temos rede para nos apoiar. 
É quando nos aventuramos que precisamos de mais apoio, principalmente quando seguimos sozinhas, de nos circundar de quem nos pode ajudar, proteger, orientar e com quem podemos partilhar e desenvolver ideias. Ao contrário do que podem dizer, para mim a inspiração vem do mais simples, dos momentos mais livres e menos stressantes. Sou muito organizada e metódica, por vezes esses dois aspectos tomam conta da parte mais criativa e da relaxada que há em mim, por isso é importante o contacto com os outros e com o mundo que me rodeia. 
Estas conversas são isso mesmo, porque fecharmo-nos num cubículo, num bunker, numa cave e esquecer que há mundo, quando nos podemos mostrar e mostrar o que fazemos, partilhar e repartilhar, criando uma rede de contactos e principalmente de força e energia positiva. 

O resultado não podia ter sido melhor, superou as expectativas e foi acima de tudo um excelente momento de convívio. Obrigada a todas as presentes:

Para mais informações sobre as #Ttalks por favor enviem email para : andrea@andreaportugal.pt
O próximo já está agendado para 27 de Fevereiro . 10-13h . “fotografia para instagram”

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viver das redes (ou não) | Ttalks

tra.pé.zi.o . #Ttalks | inscrições e info: andrea@andreaportugal.pt
Começam já este mês, e as Ttalks serão a partir de agora um evento mensal e um evento para todos. Queremos juntar num só espaço um ambiente de partilha e apoio para um tema ou vários, pois não queremos que falte conversa. À volta da mesa, e que mesa será essa com um pequeno-almoço preparado pela Raquel que tanto me tem ensinado sobre comer bem e acima de tudo sentir-se bem! vamos poder trocar opiniões e ouvir várias experiências diferentes sobre um tema e gozar de um momento único de partilha e convívio. 
Os temas vão variando, mas sempre com vontade de vos dar a conhecer os nossos, meus e da Catarina e Raquel, lados da coisa… ou seja nem tudo é branco ou preto, há imensos tons de cinzento! ou neste caso, vamos dizer há imensos tons de amarelo e por isso mesmo várias maneiras de viver na redes, ou até talvez nem se viva das mesmas. 
Nesta primeira sessão, o tema abrange isso mesmo, mods diferentes de Viver das Redes, ou quem sabe nem se viva delas, mas como é feita essa distinção ou precisamos delas na mesma, indepndentemente do que fazemos. Será uma exigência pessoal, ou apenas profissional? E como dentro desses dois mundos nos trazem mais coisas positivas ou negativas. No fundo queremos dar-vos a conhcer como nós as vivemos para sabermos mais sobre como as querem viver vocês! 
É bom partilhar e as nossas Ttalks servem mesmo para isso. 
Venham fazer parte desta rede!

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