tra.pé.zio | #Ttalk . viver das redes

Este foi o grupo do primeiro #Ttalk . Viver das Redes (ou não), e que grupo! Que dia, que manhã e que conversa boa! Tudo começou com uma ideia para onde arrastei duas pessoas extraordinárias, a Catarina Beato e a Raquel Fortes nem hesitaram e criámos um ambiente, não só de trabalho, bom e fácil, super interessante e motivador. Cada uma com o seu background, com a sua experiência conseguimos as três fazer maravilhas. 
Tem sido um momento especial na minha vida, sentir o apoio moral e até palpável de um grupo que poderia noutro período da vida nem sequer se juntar mas que por um acaso perfeito acabou por conseguir criar oportunidades e momentos especiais. 
Um desses momentos foi este, ontem no espaço Tra.pé.zi.o.
As #Ttalks, conversas à mesa com tema e pequeno-almoço.
Nesta primeira edição, a querida Fabiana do TheFoodForReal trouxe-nos o que tem de melhor, bolo de milho (yum), húmus, pão, fruta fresca e frutos secos que não só desapareceram em três segundos como eu guardei o resto do bolo só para mim enquanto tiver que fazer balanços trimestrais para várias marcas!

  

O tema da primeira #Ttalk foi sobre o viver das redes, ou seja se de facto se pode ou não viver DAS redes e como é que isso acontece ao longo de tempo. Trocámos impressões de quem o faz há anos, de quem tenta mas não sabe como, de quem não quer de todo mas que por questões de trabalho e de maior publicidade a isso se sente obrigado. E ainda de quem vive das redes por gerir redes sociais de outras personalidades/marcas. 
Do meu lado foi importante transmitir os pontos essenciais do que vê uma marca quando olha para uma influenciadora ou blogger, ou um simples seguidor. Que relação têm que ter os seguidores com marcas, ou outras personalidades. Que rede de colaborações são eficazes na construção de uma identidade digital e que lugar ocupa no mundo das redes sociais. Tudo isto fluiu como conversa entre amigas, entre dentadas e chá quente. 

Perguntam-me muitas vezes o que é a Tra.pé.zi.o, é um colectivo de pessoas, e no fundo é simples, é uma forma geométrica com os lados todos diferentes que criam um todo, lados esses igualmente importantes. No circo, como na vida, é dos momentos mais perigosos, mais desafiantes, com a certeza porém de que até podemso cair, temos rede para nos apoiar. 
É quando nos aventuramos que precisamos de mais apoio, principalmente quando seguimos sozinhas, de nos circundar de quem nos pode ajudar, proteger, orientar e com quem podemos partilhar e desenvolver ideias. Ao contrário do que podem dizer, para mim a inspiração vem do mais simples, dos momentos mais livres e menos stressantes. Sou muito organizada e metódica, por vezes esses dois aspectos tomam conta da parte mais criativa e da relaxada que há em mim, por isso é importante o contacto com os outros e com o mundo que me rodeia. 
Estas conversas são isso mesmo, porque fecharmo-nos num cubículo, num bunker, numa cave e esquecer que há mundo, quando nos podemos mostrar e mostrar o que fazemos, partilhar e repartilhar, criando uma rede de contactos e principalmente de força e energia positiva. 

O resultado não podia ter sido melhor, superou as expectativas e foi acima de tudo um excelente momento de convívio. Obrigada a todas as presentes:

Para mais informações sobre as #Ttalks por favor enviem email para : andrea@andreaportugal.pt
O próximo já está agendado para 27 de Fevereiro . 10-13h . “fotografia para instagram”

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tra.pé.zio | #Ttalk . viver das redes

tra.pé.zi.o . #Ttalks | inscrições e info: andrea@andreaportugal.pt
Começam já este mês, e as Ttalks serão a partir de agora um evento mensal e um evento para todos. Queremos juntar num só espaço um ambiente de partilha e apoio para um tema ou vários, pois não queremos que falte conversa. À volta da mesa, e que mesa será essa com um pequeno-almoço preparado pela Raquel que tanto me tem ensinado sobre comer bem e acima de tudo sentir-se bem! vamos poder trocar opiniões e ouvir várias experiências diferentes sobre um tema e gozar de um momento único de partilha e convívio. 
Os temas vão variando, mas sempre com vontade de vos dar a conhecer os nossos, meus e da Catarina e Raquel, lados da coisa… ou seja nem tudo é branco ou preto, há imensos tons de cinzento! ou neste caso, vamos dizer há imensos tons de amarelo e por isso mesmo várias maneiras de viver na redes, ou até talvez nem se viva das mesmas. 
Nesta primeira sessão, o tema abrange isso mesmo, mods diferentes de Viver das Redes, ou quem sabe nem se viva delas, mas como é feita essa distinção ou precisamos delas na mesma, indepndentemente do que fazemos. Será uma exigência pessoal, ou apenas profissional? E como dentro desses dois mundos nos trazem mais coisas positivas ou negativas. No fundo queremos dar-vos a conhcer como nós as vivemos para sabermos mais sobre como as querem viver vocês! 
É bom partilhar e as nossas Ttalks servem mesmo para isso. 
Venham fazer parte desta rede!
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tra.pé.zi.o | o espaço

Este espaço está na minha vida há muito tempo, mas talvez nunca lhe tenha dado valor e como o tinham deixado deixava pouco espaço à imaginação, no entanto, assim que se proporcionou mudei-me de malas e bagagens.

Há uns tempos que trabalhar em casa começou a ser tarefa difícil e com alguns constrangimentos e umas máquinas de lavar pelo meio, antes de me sentar sentia-me uma verdadeira fada do lar, coisa que não sou, não tenho medo se o ser, mas é papel que não me encaixa muito bem.
Aqui o trabalho é contínuo e sem interrupções, ok pronto, eu de vez em quando levanto-me e danço pela sala para esticar as pernas ao som de kygo e uns quantos outros, mas não deixam de ser umas 8h seguidas de imenso trabalho, concentração e muito boa música.

A luz por aqui é constante, quente e imensa. Há espaço para mim e mais umas quantas pessoas e o objectivo é passar o dia entre pessoas de áreas diferentes que se queiram inspirar com os outros.
Por aqui os almoços vão passar a ser em comunidade e com trocas de ideias e experiências, é um espaço para acolher quem quiser vir expor o que faz e o que quer fazer, há lugar para todos nesta rede de tra.pé.zi.o

Quem quiser fazer uma visita será muito bem recebido e quem quiser vir contar a sua história ainda mais. Há café, boa conversa e muito bom ambiente! Há também silêncio, muito trabalho mas acima de tudo uma excelente rede de apoio.

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