baby boy three | his corner

numa casa pequena não há muito por onde inventar, o baby V sempre foi destinado a ficar no quarto dos manos quando passasse à cama de grades, que no caso dos gémeos foi aos três meses porque eu já não distinguia os sons da noite dos deles, do meu respirar e do choro da fome, passava as noites a abrir os olhos a achar que estavam quase a acordar… como só comiam quando acordassem passei noites sem fechar um olho. com o V já decidimos que ao passar para o quarto dos manos tem que passar mais tarde, mais crescido e com noites mais longas, não só pelo espaço como acredito também que os manos precisam do sono, precisam do descanso estando eles numa ano importante, o da primeira classe. precisam do descanso e de noites bem dormidas. assim sendo criei o cantinho do Vasco no nosso quarto com alguns detalhes que adoro, simples, poucas coisas que quero que depois passem com ele para o quarto grande. 
em frente à nossa cama tínhamos uma parede branca, uma cómodas brancas e duas prateleiras brancas com algumas coisas. em cima da cómoda não tínhamos nada praticamente, usava-as mais para pousar o que fosse preciso que outra coisa. passou rapidamente a ter uma função, muda-fraldas e apoio do mesmo. destravei uns armários, mais outras cómodas espalhadas pela casa e as cómodas, seis gavetas passaram a ser todas do novo membro da família. como recebi tanta roupa e acessórios emprestados foi num instante que enchi tudo, mais um terço do armário dos manos que estava vazio.  sou muito prática, odeio exageros e principalmente na roupa gosto de ter suficiente sem exageros, mas com um novo bebé a nascer no inverno, coisa que desconhecia como era, preferi guardar tudo e ir aos poucos re-arrumando, re-pensando e meter de lado assim que já não servir. 

no cantinho do Vasco no nosso quarto metemos só peças que nos são queridas, principalmente da #lojamaisqueridadobairro que essa é minha e tão querida mesmo. cliquem nos link para verem de onde são as peças e prometo que encontram coisas ainda mais giras e podem todas, ou quase, ser personalizadas. os quadros das cidades são meus, feitos há muito em mente para o #babyboythree que terá sempre no sangue estas duas cidades tão nossas. mas o amor do quadro pequenino, do vasco pescador é da querida tia Marta que sabe como nos fazer sorrir e tem jeito para um mundo de coisas fantásticas! 
acho que o resultado, apesar do preto e branco que pode para muitos não ser o ideal para um bebé, ficou muito querido e perfeito para receber mais um rapaz nesta casa. mais tarde passará tudo para o quarto grande e aqui ficarão apenas os quadros das cidades que esses são da mãe e do pai e merecemos ter presente sempre de onde viemos e o que já vivemos. 

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baby boy three | quinze dias

kit completo . herdado

chegaste há quinze dias… e parece que sempre cá estiveste.

tive a mesma sensação com os teus manos, como se a vida antes fosse uma espécie de nuvem de emoções e experiências mas que tudo de repente fez sentido e parece tão normal e tão parte de nós. não, não digo que não sei o que fiz até agora e que a vida foi uma seca até hoje e nada do que fiz foi importante, calma, não estou assim tão cheia de hormonas de maternidade que me cegam totalmente.
o que digo é que possivelmente quando chegaste eu já te conhecia, já sabia como eras e já conhecia o teu cheiro de cor. e foi tal e qual… ao contrário dos teus manos, foste posto em cima de mim assim que saíste e eu tive uma descarga de emoções que nem te digo nem te conto… chorei como se me tivessem dado o presente que eu mais queria e alguma vez quis… o que não é completamente errado…  nasceste redondinho, rosinha e a cheirar tão bem.
eras exactamente o que eu pedi e imaginei fosses naquele momento em que nos vimos pela primeira vez… e já tens quinze dias. não sei se ainda pareces tão pequenino mas já cá estás há tanto tempo, ou se vice-versa, se ainda agora chegaste e pareces tão crescido.

o que é certo é que já cá estás e eu apaixonada de novo fiquei. têm razão quando dizem que o coração não aumenta, divide-se em mil pedaços para acolher todos o que queremos bem e neste momento tem mais um cantinho dedicado a mimos, roupa mini, colo e tantos beijinhos bons. sim… aviso-te pequeno Vasquinho, a mãe é muito beijoqueira, a mãe gosta de colo e de muito mimo, a mãe precisa de vocês por perto, do toque, de um abraço, de uma conversa, de saber o que fez e o que quer fazer, precisa saber o que comeu e ralha sobre o que não devia ter comido… vem por aí muita coisa, há vacinas, médicos, correrias para levar os manos, maratonas para os ir buscar, há gritos, chamadas de atenção, haverá alguma palmada, algum dedo apontado, mas mais importante haverá família, mãe, pai e manos prontos para o que der e vier. vem por aí muita coisa e nós juntos.

em quinze dias já choramos de emoção, já nos mostrámos a meio mundo, já vestimos sessenta toilletes diferentes, usamos mil fraldas, caiu um umbigo, uma noite de cólicas, banhos frenéticos como os manos, uma conjuntivite, uma nova pediatra, uma semana de dor a dar de mamar (credoooo), acho que mandei um berro ás duas da manhã por não conseguir acordar e ter-te a chorar desalmadamente, muito colo, muitos beijos, algumas dúvidas e tanto tempo livre… só agora me consegui desamarrar das dores insuportáveis que tive na recuperação da cesariana e começo calmamente a tentar voltar ás minhas mil coisas a fazer durante apenas 24h, voltei a sentar-me ao computador, ando a ver séries como se não houvesse amanhã, e andamos todos loucos por passearmos juntos não fosse esta chuva irritante aqui sempre presente… (é preciso lembrar pedir emprestado uma capa para a chuva…), quero sair, voltar aos meus brunches semanais, mostrar-te lisboa e sentir que “quase” não mudou nada.

forra muda-fraldas . atelierdatufi | jardineiras e camisola de lã . pukatuka | body com gola . patinhos

e sim… não diria peanuts, mas ter um bebé é talvez bem mais simples do que foi levar logo com dois de uma vez, mas ao contrário do que pensam, tu não vieste sozinho, tu chegaste a uma casa com outros dois manos que embora sejam crescidos, precisam tanto ainda de nós… de mim. andamos a testar todos os limites, mesmo sabendo que a casa está mais doce. os crescido não voltaram a ser bebés, mas precisam de mais meia-hora por dia para contar tudo, precisam de mais brincadeiras dos quatro todos ao molho, enquanto tu dormes, temos que os mimar… porque no fundo têm seis anos mas são pequeninos num ano com tanta mudança. eu e tu teremos os nossos momentos, eles precisam dos deles. e eu dos meus convosco. tudo a seu tempo, tudo ao seu ritmo e de preferência com baterias recarregadas à frente de um prato de panquecas.

meu querido Vasquinho, ainda bem que chegou.

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…quase a chegar

se eu pudesse parava o tempo…
parava o tempo para vos agarrar…
quero que sintam que eu estou aqui sempre. preciso que saibam que nada do que está para acontecer tirará nem apagará o amor, o espaço e a importância que vocês os dois têm para mim… foram os primeiros, o primeiro e o segundo, mas acima de tudo os primeiros. fomos unidos desde aquele primeiro teste até ao dia que vos tive nos braços cheia de medo, apavorada, tão cansada, mas feliz. 
está para chegar um mano, o vosso primeiro mano que não seja o vosso gémeo… sempre quis isto, sempre vos quis dar um mano, um mano mais novo, um bebé, e esse bebé está quase a chegar. 
se eu sei como fazer isto de chegar a casa um dia e haver mais um… não, não sei. 
quero que seja perfeito, sem grandes alterações à vossa vida, mas não sei se o que pensei programar, o que pensei organizar é o ideal… vocês surpreendem-me todos os dias, muito pela positiva e algumas vezes fico surpresa de não estar a contar com algumas atitudes ou reacções. não quero que sofram com nenhuma decisão que eu tenha tomado em vosso nome, no entanto sei que ter mais filhos fazia parte dos meus planos, nossos, do pai e mãe, para a nossa família, esperando que ao chegar seja aceite, amado e muito querido por vós. 
a diferença de idades, se bem que ao princípio me tenha assustado, percebo hoje que faz o seu sentido… talvez seja essa diferença que me vai ajudar a nunca vos atropelar de mimos, que nunca me vai fazer colocar um em frente do outro, como sempre fizemos até aqui, não fosse eu extremamente preocupada com esse lado da vida de gémeos. cada um com o seu espaço, cada um com o seu tempo. quero acreditar que estão para chegar dias bons, muitos bons, para nós os cinco e para esta nova vida. que o coração cresça e que saiba acolher todos vocês à vossa maneira e à minha. sou feliz convosco e quero muito que este novo bebé faça parte de vocês desde o primeiro momento. não sei se será fácil, aliás sem prever o futuro, sei que nem sempre o será, mas obriguem-me a ser sempre melhor, chamem-me, agarrem-me, mimem-me, peçam-me tempo, mimos, beijos, abraços como têm feito até aqui, eu serei sempre vossa… mãe. 
meus queridos filhos crescidos… antes de qualquer outro filho, foram vocês que me fizeram quem sou, foram durante tanto tempo o melhor de mim… acreditem que serei sempre vossa amiga e mãe. adoro-vos como nunca pensei adorar ninguém, quero-vos como nunca quis nada na vida e espero que tudo o que vier, seja vivido intensamente por todos, em família. a nossa… que está prestes a crescer. 
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baby boy three | mala da maternidade

Já há muito tempo que não preparava uma mala de maternidade para mim, mas tenho aconselhado tantas pessoas a fazerem as suas que desta vez pensei que vamos fazer isto bem feito, sem exageros como da última vez, mas sem achar que tenho que ser minimalista porque será o último filho…
Com os manos, fiz uma mala para quinze dias mais parecia, porque com gémeos encheram-me de tanta informação que só não levei o aquecedor de biberões porque não calhou… no entanto e porque aconteceu tudo tão rápido eu estava na rua quando a tensão arterial aumentou imenso e me levou a correr para as urgências que a tal mala enorme que preparei com um mês de antecedência acabou por ficar em casa à porta, para vir ter comigo apenas 24h depois do parto pois fiquei no recobro um dia inteiro sem acesso a nada meu quase…

Desta vez lembrei-me dessa sensação de não ter nada comigo, nem o tlm tinha bateria nem dinheiro, como na altura era emigra e vivia em Moçambique só carregava o tlm quando cá vinha e calhou mesmo bem, not, não ter planeado bem o tarifário… tempos chatos esses.

Preparei esta mala há uma semana, depois mudei tudo, depois fechei-a, e voltei a trocar tudo esta 4f quando finalmente recebi uns mimos de uma tia que guarda tudo com imenso carinho para que na família não hajam bebés por vestir… e lá fui eu abrir a mala e trocar as roupas outra vez.

Vou ter este baby como os outros no Hospital São Francisco Xavier, confio no serviço, acho-o acolhedor, enfermeiras disponíveis, vista fabulosa e apesar dos sustos correu tudo bem e eles nasceram e eu vim-me embora… mission accomplished.
Com gémeos, a quantidade de mudas de roupa é um bocado exagerada e no meu caso eu fiquei 3 dias e meio no hospital, apanhei 24h de recobro, e um feriado, deixaram-me ficar e eu apesar de farta também me consegui ambientar a eles sozinha num quarto privado o que ajudou aos medos e ansiedades. Agora levo apenas 3 roupas, a primeira, a segunda e uma de saída, nos entretanto levo pijamas e bodies interiores, não sou fanática de os mudar de roupa a cada quinze minutos nem acho que seja no hospital que o tenhamos que fazer… em casa teremos todo o tempo para te embonecar meu querido. A roupa de saída é a única nova, oferecida pela avó, o resto é herdado e com imenso orgulho a começar pelos cueirinhos, lindos. Optei pelo branquinho mais simples para a primeira roupa e o que tem mais folhos e fita azul para o segundo, isto porque da outra vez reparei que as visitas vêm mais no segundo dia. O horário, graças a deus, é reduzido, não gosto de visitas na maternidade, não gosto de estar completamente fora do meu habitat, de pijama e inchada enquanto um mundo de gente me vê… uma das maravilhas do hospital público! Assim, a toillete mais chique fica para esse dia. Enquanto que a de saída é quentinha de malha que já tinha mostrado no instagram para sairmos à rua. E está decidido. Collants, botinhas e gorros não faltam, embora eu odeie collants em bebé recém-nascidos, também nunca tive um bebé de inverno, não me vou armar em esquisita.

Cada roupa no seu saquinho de pano, feito a pensar nele e nas várias opções deste tom, juntamente com o porta-documentos novinho em folha e o muda-fraldas para andar sempre connosco, com um dos tecidos que mais gosto. As bolsinhas plastificadas também são todas da lojamaisqueridadobairro com vários padrões para vários propósitos. E as fraldas e mantinha para a saída também fazem parte do conjunto que compus para o nascimento do V, como se deve. Ao escolher os mesmo tons mas não sempre o mesmo tecido faz com que o conjunto inteiro pareça mais versátil e diferente para cada produto. Tudo se conjuga, mas nada é demasiado ofuscaste. Acho o tom perfeito para o conjunto de passeio, depois mostro o conjunto de casa… fica para outro post.

A parte mais difícil é saber o que levar de produtos de higiene, já não me lembrava de metade das coisas, entre produtos para o bebé mais aqueles que temos que levar para nós, a coisa complica-se. Foi por isso que decidi pedir ajuda a quem sabe, à equipa super querida de WELL’S de Campo de Ourique, falei com a Lara, que lidera a tropa, e com a sua ajuda mais a das suas “miúdas” da loja fui super bem atendida e esclarecida. Primeiro comecei pelos produtos para mim, acrescentei ao que já tinha da Medela outros produtos como a protecção dos mamilos porque com os gémeos funcionaram lindamente e desta vez não dispenso também. Para o baby V, trouxe as fabulosas, parece, toalhas WaterWipes, mais baratas e sem químicos perfeitas para os mini babies, juntei as fraldas Libero que também dizem ser óptimas e mais em conta, chuchas Chicco porque sou fã, primeiro biberon Avent porque já tenho o aquecedor dos biberões dos manos, mais o kit de tesoura e lima etc da Avent também que não conhecia. Compressas de não tecido, compressas normais, soro em monodoses, tudo da marca Well’s que já deu mais que provas que é óptima e os produtos Mustela em tamanho viagem, creme, gel duche, muda-fraldas e perfume, para usarmos nos primeiros dias e testar na pele.

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baby boy three | mé

A ultima, mas não menos importante dica do ano é esta minha nova descoberta. A Mé apareceu do nada e eu fiquei logo fã! Que há muita gente a fazer malhas, isso há, nesta altura quase todas as marcas e lojas têm peças de palhinha, quentinhas para os mais pequeninos, mas nem todas acessíveis nem todas giras e nem todas nestes tons lindos de morrer. Gosto de ver bebés de azul e rosa, não minto, de branco ficam sempre bem, mas os azuis mais água, os verdes menta, os mostarda e os cinzas quer claros ou mais escuros, ficam tão queridos, mesmo em tamanho mini mini. 
A grande indecisão foi só decidir o tamanho, porque por mim mandava vir um tamanho de cada cor… optei por mandar vir para os 3 meses as jardineiras em mostarda com a touca em cinza e pompom mostarda… mas em mente já tenho exactamente o inverso para os 12 meses, ou seja para daqui a um ano!!! parece impossível que eu faça assim tantos planos e normalmente não faço, mas há coisas que valem a pena ter logo… no entanto quero ver o baby v nos braços, porque também sei que ás vezes é preciso vê-los para sabermos quem são e como são…
Espreitem os links desta marca, vão adorar tenho a certeza e que ainda tem tanto para dar e fazer no próximo ano… acredito que em 2017 virão por aí surpresas boas e que nos farão suspirar muito ainda. 
Provavelmente o último post do ano, e com isto me despeço… vemo-nos num novo ano, numa nova semana e de baixa de gravidez na tentativa de passar aqui cada vez mais. 

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baby boy three | baby shower and a birthday

a ideia de um baby shower nunca me passou pela cabeça até agora. não fiz dos manos e aos baby showers que fui enquanto vivi na california, em itália (que também os fazem), na bélgica e em moçambique (estes envolvem tanto versão portuguesa, como moçambicana como sul africana…) nunca gostei. sempre envolveram demasiados jogos estranhos e esta coisa das grávidas e ser mãe e tanto discurso da maternidade sempre me deixou muito pouco à vontade, talvez porque não tinha filhos e quando os tive não tive vontade nenhuma de ter um nem deixei que alguém me planeasse um… acho muito mais giro planear um chá, festa, lanche, o que for para dar a conhecer os babies ás tias, amigas e gente variada tudo no mesmo momento para que depois se possa descansar das visitas. com os manos fizemos isso, um lanche “meet the babies” coisa que já se torna mais comum também por cá… um pouco para não ser demasiado embaraçoso entre jogos de “adivinha quem é esta nesta foto de 1982” ou “quem consegue tirar e colocar uma fralda mais rápido”… dispenso. não é o meu género de todo.

mas de repente percebi que vou ter o terceiro, talvez o último, deixo o talvez para depois ninguém me acusar de nada, e percebo que coisas que fiz com eles já não fazem sentido, outras que não fiz podem fazer sentido agora… uma delas foi o modo como festejei os meus anos. todos os anos desde que voltámos para lisboa que faço um brunch para os amigos e filhos destes que também gostam de vir e eu adoro ver por perto, num sítio acolhedor e que me deixe entrar por ali a dentro, decorar e criar uma manhã calma, tranquila mas muito minha.

este ano lembrei-me, porque não juntar as duas coisas, porque não criar um brunch como sempre, num sítio que eu adore como sempre, mas que junte não só os meus anos, um bolo de aniversário mas também algo do #babyboythree ,visto estar tão presente em mim e quase quase a chegar, que porque não termos mais um momento a dois, com os amigos e talvez quem sabe nesse dia poder anunciar o nome de tão esperada criança que já esteve muito perto de ter nome de deus grego ou romano caso o pai me levasse ao desespero sem forças para lutar por algo mais neutro… e assim foi. dei duas opções, preferia a primeira ele escolheu a segunda e eu agora já só o quero ver!

estou finalmente de baixa, preciso descansar e arrumar coisas, tralhas, preparar esta casa para a chegada deste mini mano e gozar os manos mais velhos só meus durante umas semanas… faltam precisamente 5 até ás 40. não sei se lá chego mas queria que nascesse com mais de 37 pelo menos que foi com que eles nasceram e vieram tão gordinhos e bons bebés. este tem que vir assim também, espero. ando cansada e a baixa vai-me dar um pouco de tempo para nós, para mim e para o natal, ano novo e todo um doismiledezassete para preparar. assim, decidi que este fim-de-semana era o ideal para dar de presente aos meus amigos um brunch, saboroso, querido e com o Vasco a ser o centro das atenções!

decoração sempre com algum toque natalício, não fizesse eu anos bem perto do natal mas a #MINILOJA, perfeita para eventos desta dimensão forneceu o tom azul água que deu o mote a um baby shower simples e mesmo à medida para mim, sem alaridos, nem dramas, só branco, azul, preto e verde. basta muito pouco para criar um ambiente cheio de ternura. a ideia era mesmo ter uma decoração que pudesse dar para um bebé, fase em que não há bonecos nem cores demasiado fortes, e juntar o preto e branco em força para a mãe. o preto funciona lindamente em decorações de festa, principalmente nesta altura do ano, não é triste nem negativo, é uma cor perfeita para base e de onde se pode variar a partir de. o azul foi usado mesmo só nas paredes e é um tom muito leve, o tal azul água que ajuda depois nas variações da mesma cor, podendo usar mais verde, mais menta, etc.

o lanche esse também tem que combinar bem com a decoração, claro que não é decorar a mesa com comida verde nem azul ou preta, mas tentar que o que se coloca na mesa seja neutro e não folclórico destoando não só dos tons, mas do ambiente que se quer criar. o bolo da sweetcakes estava tal e qual o que eu pedi, branquinha com chocolate negro a escorrer (ai que delícia!) e com pó de suspiros por cima onde eu depois coloquei suspiros lindos miniatura em cima, suspiros esses que juntamente com os sonhos mim, perfeita dimensão de um sonho, chegaram logo cedo, entregues em mão pela tartine do chiado que merece um grande “wow” da minha parte, pois como sempre não desilude.

bolo | sweetcakes . quadro | papel ao quadrado . suspiros e sonhos | tartine . espaço | MINILOJA

pão variado, croissants miniatura, empadas acabadiças de sair do forno da padaria portuguesa foram magníficos para criar um pequeno almoço tardio mas consistente para que as barriguidinhas ficassem aconchegadas. doces caseiros, queijos vários, broas de mel com “neve” do Sr. Zé cá do bairro, suspiros por todo o lado, do tamanho de um beijo, chá, sumos, águas, iogurte grego, fruta, ai que bom que estava tudo… de sobras nada, tudo comido e apreciado. foi uma manhã boa, como amigos, tias e tios e tantos amiguinhos para este nosso Vasquinho…

pode vir meu querido… aqui há muita ternura e mimo à sua espera.

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baby boy three | coth & lobo mau

coth | site: 1.rapaz . 2.bebéfacebook | instagram
lobo mau | 3.site | facebook | instagram
Há quem odeie cores tão escuras em bebé e crianças, eu longe disso, gosto imenso, principalmente em rapazes, não pestanejo nem duas vezes. Em recém-nascidos talvez não, mas acho que os rapazes só parecem rapazes um bocadinho mais crescidos e mais gordinhos, a partir dos seis meses que venham estas cores que não fazem mal nenhum. Adoro! Claro que no inverno fica mesmo forte, mas que giras que são estas calças com tshirts brancas na primavera, fofos sem costas no verão e long soleves nos que já andam e pensam ser gente! 
Não é fácil hoje em dia encontrar peças giras destes tons sem serem agressivas nas mensagens, frases e ridiculamente mal escritas em inglês pelas marca multinacionais… prefiro estas, com poucas opções é certo, mas na mouche. Para quê fazer mil e um modelos, quando em quatro ou cinco, modelos e padrões se tem um efeito tão giro. A lobo mau foi uma descoberta recente, talvez também porque só agora voltei a repensar roupa para tão pequeninos, e estes fofos são assim qualquer coisa de muito querido… chevron preto? cruzes pretas? trepes? ai gosto mesmo muito. 
Já a coth conheço há alguma tempo e o ano passado, feita parva não aproveitei umas tshirts giríssimas e até hoje me arrependo, mas ainda vou a tempo para outras colecções… acho eu. 
Gosto destes modelos queridos com tons mais escuros, podem sempre ser abonados a outras peças claras e simples. 
Os rapazes têm imensa sorte. Dizem que só existem coisas giras para elas, mas, ok sou suspeita, mas os rapazes conseguem com menos peças, menos alarido ter kit cool e tão giros!
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baby boy three | medela

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O processo de preparar a chegada de um bebé pode ser extenuante, cansativo, mais demorado do que se previa, mas é bom ter noção do que realmente é preciso, sem tirar o querido que é escolher a roupa, os brinquedos e os pormenores em ponto mini para o quarto, etc. mas e nós, as mães? as grávidas? Com os gémeos notei que era muito menos bombardeada com informação e por isso mesmo só tratei de produtos de coisas para mim a partir das 28 semanas quando cheguei a Lisboa e pude descansar e ter tempo. Agora, fui logo de início confrontada com tudo, estou num meio onde se fala diariamente do que é melhor, pior, leva isto, é melhor aquilo, não faças assim, devias experimentar isto, etc. Claro que é preciso filtrar, e decidir com calma à medida que vamos avançando na gravidez… e já com 30 semanas de gravidez este post é sobre a preparação da amamentação. Ainda faltam dois meses para que essa fase inicie, mas se há coisa que me deixa nervosa é deixar tudo para a última, e aí é que entram as recomendações, sugeriram-me medela! A marca medela já me era conhecida mas não muito bem e sem referências de amigas.
Agora com tempo dediquei-me à marca e de facto tem mil e uma coisas interessantes e super inovadoras, a primeira é uma mega máquina para extracção de leite que nem vos digo mas que me parece perfeita, dentro do género para um processo menos medonho do que imaginei, mas isso logo verei se será preciso, até lá há muito por onde ainda escolher. A descoberta da gravidez foi este soutien! 
Na Well’s de Campo de Ourique podem encontrar a linha toda da medela, e se estiverem à procura de um soutien confortável, giro até, com algum pormenor feminino sem ser um simples soutien enorme e sem nada de especial têm-no ali! Assim que o vi achei que tinha que o ter e voilá. Que amor e que bom que é vesti-lo, funciona perfeitamente como soutien normal sem ser só e apenas para dar de mamar e até tenho pena quando o lavo, lol apetece-me vesti-lo sempre. 
Com o soutien trouxe também os discos e bicos de protecção do peito para dar de mamar e o creme purelan que ajuda a proteger sem ter que ser preciso tirar antes dos bebés agarrarem. 
Estou super feliz com esta escolha e mais uma coisa na lista tratada. 

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