baby boy three | sling

SLINGS! a melhor coisa para embalar bebés! 
é talvez o produto que eu mais adoro a seguir a roupa em miniatura para bebés. se me ouvirem falar de slings ficam a saber as mil e uma vantagens para os bebés e para nós que os usamos e carregamos. ao contrário do sling, odeio ovinhos e chapéus-de-chuva… e para andar com um no braço é impossível andar com o outro na outra mão e o sling é perfeito para um excelente multi-tasking! ele no sling, guarda-chuva numa mão, saco das compras na outra! ou outros mil exemplos. 
quer sair de casa para ir buscar qualquer coisa rápida para comer? ir tomar um café? vai ali à farmácia e já volta? use um sling!
parece anúncio de televendas, mas eu vendo slings como pipocas! e sou apologista dos mesmos a 100%. há outras opções e acima de tudo cada uma, ou um (que os pais também gostam de os usar!), tem que saber o que prefere, tem que conhecer algumas opções antes de perceber bem o que gosta mais e com o qual se dá melhor… ou até o bebé, se bem que acredito que se nós tivermos confortáveis, eles estão ainda mais. 
passear com um bebé num sling é simplesmente delicioso, o calor, o mimo, o colo sem braços (já podem dizer ás avós que não dão demasiado colo ao vosso filho porque na verdade ele está num sling sem braços!), a ternura, a posição, o conforto e o aconchego é qualquer coisa inexplicável, parece apenas um pano onde se enfia uma criança, mas é muito mais que isso. para mim o sling serve não só para o tal multi-tasking e o tal colo sem ser colo, mas tem outras grandes vantagens. 
acredito que ajude imenso nas cólicas, a posição em que ficam no início é super confortável e ao estarem dobrados na posição quase fetal alivia imenso as dores de barriga e faz com que libertem os gases mais facilmente, atenção que não é a mesma posição do ovinho, pois o ovinho é muito mais duro e estão mais à larga… para os bebés que não gostam muito de chucha o sling é também um truque muito bom. ao estarem mais apertadinhos ficam mais seguros do meio ambiente, como a diferença entre meter um recém-nascido numa alcofinha ou logo numa cama de grades… eles precisam do conforto de um espaço mais pequenino e o sling permite que se sintam super seguros. ao se sentirem protegidos, introduzir uma chucha já não lhes parece tão estranho, não meto as mãos no fogo, mas experimentem insistir na chucha quando estão no sling… tenho quase a certeza que é muito mais fácil. 

 

sling | atelier da tufi
os manos passavam a vida no sling, os ovinhos nem saiam do carro e até quase aos 3 anos, sim, isso mesmo, andaram no sling, as posições vão mudando e o conforto adaptado à idade e necessidades do bebé. faço tudo com o sling, arrumo, estendo roupa, cozinho, vou à rua, ás compras, buscar os miúdos, enfim, faço tudo o que preciso de fazer com duas mãos tendo ao mesmo tempo um bebé lindo ao colo. não é para ficarem ali horas a fio, mas é sem dúvida uma maneira muito querida e eficaz de termos os nossos mini bonecos muito perto de nós e conseguirmos fazer tudo o resto. 

cinnamon buns e caffe latte | copenhagen coffee lab 
existem vários modelos de slings e outros tantos exemplos de babycarrying que podem experimentar, eu recomendo este. podem encontrar este modelo na #lojamaisqueridadobairro e se precisarem de ajuda ou do meu mini workshop, deixem aqui mensagem ou enviem email para info@atelierdatufi.com e combinamos uma hora para vos explicar tudo. claro que podem ir quando quiserem, mas eu recomendo sempre irem com o vosso bebé, seja em que idade for, mas quanto mais cedo melhor!! como os meus que andam no sling desde que saiem da maternidade. 
o amor destes slings também passa por poderem escolher os tecidos que quiserem e isso o Atelier da Tufi tem ás dezenas!! 

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baby boy three | his corner

numa casa pequena não há muito por onde inventar, o baby V sempre foi destinado a ficar no quarto dos manos quando passasse à cama de grades, que no caso dos gémeos foi aos três meses porque eu já não distinguia os sons da noite dos deles, do meu respirar e do choro da fome, passava as noites a abrir os olhos a achar que estavam quase a acordar… como só comiam quando acordassem passei noites sem fechar um olho. com o V já decidimos que ao passar para o quarto dos manos tem que passar mais tarde, mais crescido e com noites mais longas, não só pelo espaço como acredito também que os manos precisam do sono, precisam do descanso estando eles numa ano importante, o da primeira classe. precisam do descanso e de noites bem dormidas. assim sendo criei o cantinho do Vasco no nosso quarto com alguns detalhes que adoro, simples, poucas coisas que quero que depois passem com ele para o quarto grande. 
em frente à nossa cama tínhamos uma parede branca, uma cómodas brancas e duas prateleiras brancas com algumas coisas. em cima da cómoda não tínhamos nada praticamente, usava-as mais para pousar o que fosse preciso que outra coisa. passou rapidamente a ter uma função, muda-fraldas e apoio do mesmo. destravei uns armários, mais outras cómodas espalhadas pela casa e as cómodas, seis gavetas passaram a ser todas do novo membro da família. como recebi tanta roupa e acessórios emprestados foi num instante que enchi tudo, mais um terço do armário dos manos que estava vazio.  sou muito prática, odeio exageros e principalmente na roupa gosto de ter suficiente sem exageros, mas com um novo bebé a nascer no inverno, coisa que desconhecia como era, preferi guardar tudo e ir aos poucos re-arrumando, re-pensando e meter de lado assim que já não servir. 

no cantinho do Vasco no nosso quarto metemos só peças que nos são queridas, principalmente da #lojamaisqueridadobairro que essa é minha e tão querida mesmo. cliquem nos link para verem de onde são as peças e prometo que encontram coisas ainda mais giras e podem todas, ou quase, ser personalizadas. os quadros das cidades são meus, feitos há muito em mente para o #babyboythree que terá sempre no sangue estas duas cidades tão nossas. mas o amor do quadro pequenino, do vasco pescador é da querida tia Marta que sabe como nos fazer sorrir e tem jeito para um mundo de coisas fantásticas! 
acho que o resultado, apesar do preto e branco que pode para muitos não ser o ideal para um bebé, ficou muito querido e perfeito para receber mais um rapaz nesta casa. mais tarde passará tudo para o quarto grande e aqui ficarão apenas os quadros das cidades que esses são da mãe e do pai e merecemos ter presente sempre de onde viemos e o que já vivemos. 

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baby boy three | primeiro mês

o primeiro mês…

ainda só tens um mês e eu acho que já cá estavas há imenso tempo, parece que nunca não cá estiveste e parece que fazes parte dos nossos rituais, das nossas rotinas e horários há muito mais que um mês… e no entanto… tens 33 dias.

comecemos então pelas comparações… não posso deixar de falar deste primeiro mês do V sem me lembrar do que foi o primeiro mês dos manos M e F. as comparações entre os gémeos sempre foram a meu ver de evitar, recusava-me a ter que responder quando tinham trinta dias quem era o mais teimoso e mais independente, coisa que para o resto do mundo é muito importante saber… mas agora, faz todo o sentido. não num gesto de ver o que foi melhor ou pior, mas porque quero também aprender com o que fiz, deixei de fazer, não consegui fazer e espero vir a fazer desta vez.

a primeira grande questão é e foi a amamentação.
sempre disse que a conseguirem, dêem de mamar! o nosso leite a ser bom é mesmo bom, mas dramas não, nem para o oito nem para o oitenta… e certo e sabido, todas as crianças e maternidades são diferentes. os manos mamaram até aos 8 meses… mas quando todas as pessoas à minha volta diziam que ia ser impossível, que eu não ia ter nem leite, nem tempo nem cabeça para tal feito… pois talvez por isso mesmo cada vez que tinham que comer, vinham para cima de mim e prova superada… decidi parar por questões de trabalho e eles sem problema passaram para o biberon e leite artificial. não tive dores, tive duas mastites bem superadas, não me queixei mais do que uma pessoa se queixa do sono e de não dormir. agora… este bebé mama bem, eu continuo com leite para gémeos ou mais… mas as dores, ai as dores. como  possível ter dores destas?
eu tive cesarianas… não sei o que é um parto normal, não sei o que são contracções fortes, não sei o que é partir um membro, apenas sei que a dor mais forte que tive foi de uma enxaqueca… mas isto? as dores, a pele, o sangue, o medo da dor… nunca na vida imaginei. se acho necessário, não. ter dores não fazia parte dos meus planos nem sequer alguma vez pensei que ao sentir dor quisesse continuar a dar de mamar a um bebé… mas ele cresce, ele come bem, ele dorme bem, apesar das cólicas que me fazem estar horas a ouvi-lo chorar sem saber como o acalmar, imagino a ele… este baby saiu aos manos e é tranquilo… mas chega à hora e é ver-me quase chorar, espernear antes dele agarrar a maminha… já chorei muito, já gritei imenso, já disse tanto palavrão e mesmo assim deixo-o vir… porque… porque não? coitado, ele merece o que lhe faz bem, eu mereço tê-lo perto de mim, mas quanto tempo vou aguentar eu isto? não sei… mas tanto a obstetra como a pediatra pediram-me para aguentar mais dois meses, a minha irmã garante que isto vai ficar melhor e daqui a nada já não tenho dores nem ferida… mas eu não vejo o fim e não vejo como. se paro sinto-me péssima mãe ou no mínimo má pessoa, se continuo sinto que também não gozamos o momento a cem por cento porque dos vinte minutos de mama passo quinze a agarrar a mama de tal maneira com força para sentir outra dor em vez da dele. espero só que ele não perceba, que no fundo saiba que o faço por ele, que talvez até aguente bem mais que mais dois meses… mas que nunca me falte a vontade de lhe dar o que é meu e melhor, mas que no dia em que parar não me martirize e não me pressione porque tentei e tento sempre.

a chuva passou, o sol decidiu vir ver-nos e nós temos passeado, caminhado, almoçado fora, conhecido sítios novos para pequeno-almoço, sempre com os horários controlados pois com estas dores o meu à vontade para dar de mamar na rua diminui imenso e hoje em dia programo tudo para estar num local fechado e longe de quem me possa ver chorar, gritar ou mandar um po*** bem alto…

faltam trinta minutos para que ele tenha fome… “nevertheless she persisted“…esperemos

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baby boy three | quinze dias

kit completo . herdado

chegaste há quinze dias… e parece que sempre cá estiveste.

tive a mesma sensação com os teus manos, como se a vida antes fosse uma espécie de nuvem de emoções e experiências mas que tudo de repente fez sentido e parece tão normal e tão parte de nós. não, não digo que não sei o que fiz até agora e que a vida foi uma seca até hoje e nada do que fiz foi importante, calma, não estou assim tão cheia de hormonas de maternidade que me cegam totalmente.
o que digo é que possivelmente quando chegaste eu já te conhecia, já sabia como eras e já conhecia o teu cheiro de cor. e foi tal e qual… ao contrário dos teus manos, foste posto em cima de mim assim que saíste e eu tive uma descarga de emoções que nem te digo nem te conto… chorei como se me tivessem dado o presente que eu mais queria e alguma vez quis… o que não é completamente errado…  nasceste redondinho, rosinha e a cheirar tão bem.
eras exactamente o que eu pedi e imaginei fosses naquele momento em que nos vimos pela primeira vez… e já tens quinze dias. não sei se ainda pareces tão pequenino mas já cá estás há tanto tempo, ou se vice-versa, se ainda agora chegaste e pareces tão crescido.

o que é certo é que já cá estás e eu apaixonada de novo fiquei. têm razão quando dizem que o coração não aumenta, divide-se em mil pedaços para acolher todos o que queremos bem e neste momento tem mais um cantinho dedicado a mimos, roupa mini, colo e tantos beijinhos bons. sim… aviso-te pequeno Vasquinho, a mãe é muito beijoqueira, a mãe gosta de colo e de muito mimo, a mãe precisa de vocês por perto, do toque, de um abraço, de uma conversa, de saber o que fez e o que quer fazer, precisa saber o que comeu e ralha sobre o que não devia ter comido… vem por aí muita coisa, há vacinas, médicos, correrias para levar os manos, maratonas para os ir buscar, há gritos, chamadas de atenção, haverá alguma palmada, algum dedo apontado, mas mais importante haverá família, mãe, pai e manos prontos para o que der e vier. vem por aí muita coisa e nós juntos.

em quinze dias já choramos de emoção, já nos mostrámos a meio mundo, já vestimos sessenta toilletes diferentes, usamos mil fraldas, caiu um umbigo, uma noite de cólicas, banhos frenéticos como os manos, uma conjuntivite, uma nova pediatra, uma semana de dor a dar de mamar (credoooo), acho que mandei um berro ás duas da manhã por não conseguir acordar e ter-te a chorar desalmadamente, muito colo, muitos beijos, algumas dúvidas e tanto tempo livre… só agora me consegui desamarrar das dores insuportáveis que tive na recuperação da cesariana e começo calmamente a tentar voltar ás minhas mil coisas a fazer durante apenas 24h, voltei a sentar-me ao computador, ando a ver séries como se não houvesse amanhã, e andamos todos loucos por passearmos juntos não fosse esta chuva irritante aqui sempre presente… (é preciso lembrar pedir emprestado uma capa para a chuva…), quero sair, voltar aos meus brunches semanais, mostrar-te lisboa e sentir que “quase” não mudou nada.

forra muda-fraldas . atelierdatufi | jardineiras e camisola de lã . pukatuka | body com gola . patinhos

e sim… não diria peanuts, mas ter um bebé é talvez bem mais simples do que foi levar logo com dois de uma vez, mas ao contrário do que pensam, tu não vieste sozinho, tu chegaste a uma casa com outros dois manos que embora sejam crescidos, precisam tanto ainda de nós… de mim. andamos a testar todos os limites, mesmo sabendo que a casa está mais doce. os crescido não voltaram a ser bebés, mas precisam de mais meia-hora por dia para contar tudo, precisam de mais brincadeiras dos quatro todos ao molho, enquanto tu dormes, temos que os mimar… porque no fundo têm seis anos mas são pequeninos num ano com tanta mudança. eu e tu teremos os nossos momentos, eles precisam dos deles. e eu dos meus convosco. tudo a seu tempo, tudo ao seu ritmo e de preferência com baterias recarregadas à frente de um prato de panquecas.

meu querido Vasquinho, ainda bem que chegou.

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…quase a chegar

se eu pudesse parava o tempo…
parava o tempo para vos agarrar…
quero que sintam que eu estou aqui sempre. preciso que saibam que nada do que está para acontecer tirará nem apagará o amor, o espaço e a importância que vocês os dois têm para mim… foram os primeiros, o primeiro e o segundo, mas acima de tudo os primeiros. fomos unidos desde aquele primeiro teste até ao dia que vos tive nos braços cheia de medo, apavorada, tão cansada, mas feliz. 
está para chegar um mano, o vosso primeiro mano que não seja o vosso gémeo… sempre quis isto, sempre vos quis dar um mano, um mano mais novo, um bebé, e esse bebé está quase a chegar. 
se eu sei como fazer isto de chegar a casa um dia e haver mais um… não, não sei. 
quero que seja perfeito, sem grandes alterações à vossa vida, mas não sei se o que pensei programar, o que pensei organizar é o ideal… vocês surpreendem-me todos os dias, muito pela positiva e algumas vezes fico surpresa de não estar a contar com algumas atitudes ou reacções. não quero que sofram com nenhuma decisão que eu tenha tomado em vosso nome, no entanto sei que ter mais filhos fazia parte dos meus planos, nossos, do pai e mãe, para a nossa família, esperando que ao chegar seja aceite, amado e muito querido por vós. 
a diferença de idades, se bem que ao princípio me tenha assustado, percebo hoje que faz o seu sentido… talvez seja essa diferença que me vai ajudar a nunca vos atropelar de mimos, que nunca me vai fazer colocar um em frente do outro, como sempre fizemos até aqui, não fosse eu extremamente preocupada com esse lado da vida de gémeos. cada um com o seu espaço, cada um com o seu tempo. quero acreditar que estão para chegar dias bons, muitos bons, para nós os cinco e para esta nova vida. que o coração cresça e que saiba acolher todos vocês à vossa maneira e à minha. sou feliz convosco e quero muito que este novo bebé faça parte de vocês desde o primeiro momento. não sei se será fácil, aliás sem prever o futuro, sei que nem sempre o será, mas obriguem-me a ser sempre melhor, chamem-me, agarrem-me, mimem-me, peçam-me tempo, mimos, beijos, abraços como têm feito até aqui, eu serei sempre vossa… mãe. 
meus queridos filhos crescidos… antes de qualquer outro filho, foram vocês que me fizeram quem sou, foram durante tanto tempo o melhor de mim… acreditem que serei sempre vossa amiga e mãe. adoro-vos como nunca pensei adorar ninguém, quero-vos como nunca quis nada na vida e espero que tudo o que vier, seja vivido intensamente por todos, em família. a nossa… que está prestes a crescer. 
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baby boy three | mala da maternidade

Já há muito tempo que não preparava uma mala de maternidade para mim, mas tenho aconselhado tantas pessoas a fazerem as suas que desta vez pensei que vamos fazer isto bem feito, sem exageros como da última vez, mas sem achar que tenho que ser minimalista porque será o último filho…
Com os manos, fiz uma mala para quinze dias mais parecia, porque com gémeos encheram-me de tanta informação que só não levei o aquecedor de biberões porque não calhou… no entanto e porque aconteceu tudo tão rápido eu estava na rua quando a tensão arterial aumentou imenso e me levou a correr para as urgências que a tal mala enorme que preparei com um mês de antecedência acabou por ficar em casa à porta, para vir ter comigo apenas 24h depois do parto pois fiquei no recobro um dia inteiro sem acesso a nada meu quase…

Desta vez lembrei-me dessa sensação de não ter nada comigo, nem o tlm tinha bateria nem dinheiro, como na altura era emigra e vivia em Moçambique só carregava o tlm quando cá vinha e calhou mesmo bem, not, não ter planeado bem o tarifário… tempos chatos esses.

Preparei esta mala há uma semana, depois mudei tudo, depois fechei-a, e voltei a trocar tudo esta 4f quando finalmente recebi uns mimos de uma tia que guarda tudo com imenso carinho para que na família não hajam bebés por vestir… e lá fui eu abrir a mala e trocar as roupas outra vez.

Vou ter este baby como os outros no Hospital São Francisco Xavier, confio no serviço, acho-o acolhedor, enfermeiras disponíveis, vista fabulosa e apesar dos sustos correu tudo bem e eles nasceram e eu vim-me embora… mission accomplished.
Com gémeos, a quantidade de mudas de roupa é um bocado exagerada e no meu caso eu fiquei 3 dias e meio no hospital, apanhei 24h de recobro, e um feriado, deixaram-me ficar e eu apesar de farta também me consegui ambientar a eles sozinha num quarto privado o que ajudou aos medos e ansiedades. Agora levo apenas 3 roupas, a primeira, a segunda e uma de saída, nos entretanto levo pijamas e bodies interiores, não sou fanática de os mudar de roupa a cada quinze minutos nem acho que seja no hospital que o tenhamos que fazer… em casa teremos todo o tempo para te embonecar meu querido. A roupa de saída é a única nova, oferecida pela avó, o resto é herdado e com imenso orgulho a começar pelos cueirinhos, lindos. Optei pelo branquinho mais simples para a primeira roupa e o que tem mais folhos e fita azul para o segundo, isto porque da outra vez reparei que as visitas vêm mais no segundo dia. O horário, graças a deus, é reduzido, não gosto de visitas na maternidade, não gosto de estar completamente fora do meu habitat, de pijama e inchada enquanto um mundo de gente me vê… uma das maravilhas do hospital público! Assim, a toillete mais chique fica para esse dia. Enquanto que a de saída é quentinha de malha que já tinha mostrado no instagram para sairmos à rua. E está decidido. Collants, botinhas e gorros não faltam, embora eu odeie collants em bebé recém-nascidos, também nunca tive um bebé de inverno, não me vou armar em esquisita.

Cada roupa no seu saquinho de pano, feito a pensar nele e nas várias opções deste tom, juntamente com o porta-documentos novinho em folha e o muda-fraldas para andar sempre connosco, com um dos tecidos que mais gosto. As bolsinhas plastificadas também são todas da lojamaisqueridadobairro com vários padrões para vários propósitos. E as fraldas e mantinha para a saída também fazem parte do conjunto que compus para o nascimento do V, como se deve. Ao escolher os mesmo tons mas não sempre o mesmo tecido faz com que o conjunto inteiro pareça mais versátil e diferente para cada produto. Tudo se conjuga, mas nada é demasiado ofuscaste. Acho o tom perfeito para o conjunto de passeio, depois mostro o conjunto de casa… fica para outro post.

A parte mais difícil é saber o que levar de produtos de higiene, já não me lembrava de metade das coisas, entre produtos para o bebé mais aqueles que temos que levar para nós, a coisa complica-se. Foi por isso que decidi pedir ajuda a quem sabe, à equipa super querida de WELL’S de Campo de Ourique, falei com a Lara, que lidera a tropa, e com a sua ajuda mais a das suas “miúdas” da loja fui super bem atendida e esclarecida. Primeiro comecei pelos produtos para mim, acrescentei ao que já tinha da Medela outros produtos como a protecção dos mamilos porque com os gémeos funcionaram lindamente e desta vez não dispenso também. Para o baby V, trouxe as fabulosas, parece, toalhas WaterWipes, mais baratas e sem químicos perfeitas para os mini babies, juntei as fraldas Libero que também dizem ser óptimas e mais em conta, chuchas Chicco porque sou fã, primeiro biberon Avent porque já tenho o aquecedor dos biberões dos manos, mais o kit de tesoura e lima etc da Avent também que não conhecia. Compressas de não tecido, compressas normais, soro em monodoses, tudo da marca Well’s que já deu mais que provas que é óptima e os produtos Mustela em tamanho viagem, creme, gel duche, muda-fraldas e perfume, para usarmos nos primeiros dias e testar na pele.

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