let’s party | panda

Para o Vasco o panda não é apenas um canal na televisão, aliás o gosto por pandas surgiu muito cedo, mal estava um minuto a ver bonecos. Adora televisão, mas na verdade senta-se à espera que apareça o panda a mexer.se, dançar, a cantar os parabéns, etc. Esta paixão tornou-se numa brincadeira engraçada cá em casa, todos à procura dos pandas do mundo, já o encontrámos nos sítios mais estranhos e onde menos se espera, ele até vê nas nuvens e sombras… muito à frente! 
Para este aniversário, tentando esquecer que o primeiro tinha sido celebrado “fora de horas” e com atraso, dediquei-me por completo para que ele percebesse que era tudo dedicado a este miúdos que nos enche a casa de coisas fofas e que faz a delícia de todos. 
O tema panda era mais que óbvio, mas não claramente do canel, sem três mil cores, e sem franschisings desnecessários. A mãe deu-se ao trabalho e desenhou tudo à mão, mesmo sabedo que ficaria dias a fio a cortar peças minúsculas e usar durante umas horas a pistola de cola quente. Valeu a pena, porque se vissem o que ele abriu os olhos e sorriu e gritou “uá uá” (panda na linguagem dele) diriam o mesmo. No fundo é para isto que eu não durmo e passo meses a pensar nas festas deles!

Um cenário de bambu e um panda enorme fizeram as delíscias dele e dos primos “que grande tia” ouvi mil vezes, “está escondido na selva de bambú” ora bem, é isso mesmo meus queridos!

Enquanto montava, pedi que a Mariana, do ProjectoAlfacinha me viessem ajudar e trazer o que melhor faz na cozinha, os seus excepcionais CinnamonRolls, que na verdade vêm da Joana Roque adaptados! Magníficos! Só para dizer o quanto eram bons, a certa altura tirei-os da mesa para poder trazer “restos” para casa… nestes eventos como muito pouco porque não posso parar um segundo e achei por bem reservar-me dois rolinhos para mim!

Adaptar toda a mesa ao cenário que se quer criar, neste caso fiz a continuação do mural para a mesa, e como se trata de uma mesa de 3m não valia a pena enchê-la toda de comida, 1/3 dela foi ocupado pela tal floresta de bambu. Alguns adereços como os potes para as pipocas arranjei nos mesmo tons do bambu tal como os copos. Juntei loiça e bases entre os verdes, brancos, pretos e de madeira para lhe dar um ar mais natural. Pela mesa espalhamos folhas mini e mini pompons pretos… que deu mote a muita galhofa aos miúdos!

Há sempre um momento em que o cansaço resulta em disparate, eu ia rasgando este balão de tanta força que fiz, são mal feitos e um tanto ou quanto mal pensado. 
Estas máscaras foram o presente que demos aos convidados miúdos, qual gomas, doces ou coisas que nem duram, estas servem para muita brincadeira! 

Todo um kit completo!

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diy | coroas com nome

Faltava este diy da Festa da Floresta do Vasco. Pediram-me imenso onde tinha arranjado as coroas, mas na verdade são um simples do it yourself que criei com o que tinha à mão. Mesmo tendo todos estes materiais, sei que os encontram facilmente e já aí vamos.
Material:
. aros de madeira para bordar (com fecho) | at.home hobby
. corda | at.home hobby
. pinheirinho | mercado da ribeira
. avelãs e amêndoas (inteiras) | supermercado
. rodelinhas de madeira | at.home hobby
pistola de cola quente | flying tiger

 

Como fazer:
. separar o dinheirinho em ramos mais pequenos mas com “tronco” comprido
. atar os ramos ao aro com corda
. usar a cola quente para colar em cima da corda/aro (colar no pinheiro não vai dar, cola mas não segura)
. assegurar que com os frutos secos ou rodelinhas não se vê nem corda, nem ramos. atenção aos fios de cola que embora sejam difíceis de controlar, saiam bem e não são bonitos de se ver
. os aros agarram-se à parede com UHU PARAFIX (bostik para alguns) 
. as letras são feitas por media, podem ver aqui, na minha loja 😉 podem ser vendidas separadamente!

Nota:
Para quem não está habituado a cola quente, atenção, fica mesmo quente!!

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baby v | ficas comigo?

hoje tomei a decisão.

hoje fomos ás urgências pela quarta vez contigo e eu tomei a decisão que estava a adiar tomar há uns tempos. desde o internamento que pensava nisso, a resposta na minha cabeça era sempre “não”, a do meu coração era “não, mas…”
hoje, com o diagnóstico da quarta bronquiolite, esperando que não se desenvolva para lá disso, ouvi o eco das pessoas à minha volta a dizerem “não o mandes à creche!”, “eu disse que ele não podia voltar à creche”, “a creche só faz mal”, “ele devia ficar em casa” concluindo com o som, e não sei porquê em inglês de uma voz que me diz “i told you so”
hoje tomei a decisão, vou ficar contigo em casa! tenho que te proteger de alguma maneira, sei que adoravas a tua sala, a tua Kikas e os teus amiguinhos, mas para o teu bem vais ficar em casa. quem sabe em setembro estás mais forte, mais pronto para o frio, mais pronto para as viroses, apesar de saber que as apanharás todas, prefiro assim. não te quero pesar o que esta decisão significa para mim, eu, que nunca nunca quis ficar em casa com os filhos, também não os tive para não os ver porque só penso no trabalho. esta decisão não surgiu naturalmente, mas a pediatra pediu-me, pediu com jeitinho, disse-me que é um risco grande que voltes a ser internado se em dois dias apanhas viroses… um dia pode não ser só viral e o internamento ainda está muito presente na minha memória. na tua também, vê-se quando te medem a febre, quando as enfermeiras te medem a saturação, quando tentam medir-te e quando aparecem de repente… estremeces, tens medo, queres-me a mim… então que assim seja. ficamos os dois em casa. no fundo farei o que fiz com os teus manos, fico contigo como fiquei com eles… para quê tanta pressa, temos tempo, temos uma família mais unida que nunca e temos possibilidades de parar e tomar decisões destas. somos mais do que um emprego! 
vais ter que ter paciência meu querido, porque eu acho que não fui feita para isto. 
vais ter que me ajudar, porque eu não sei se consigo. 
vais ter que me ensinar a acalmar, porque eu sou ansiosa.
…e promete-me que seremos uma equipa com força, esperança e muito mimo. 
há meses que não te escrevia uma carta, tens estado tão agarrado a mim, que tudo o que tenho para te dizer te digo na hora. tens sido bom, tranquilo, mas claro que doente ninguém aguenta. chora, faz birras, grita quando me vês passar, esperneia quando me queres… eu sei meu querido, tem sido tudo tão intenso ultimamente. não tenhas pressa… estou aqui, vou estar aqui, sempre……. e enquanto escrevo choro porque assusta-me mais ficar em casa do que te deixar numa escola… que horror, devo ser péssima mãe, devo ser um monstro quando preferia ver-te “longe” de mim em vez de aqui ao meu lado, mas juro que não é pela distância, é porque lá brincas, cantas, saltas, pulas, aprendes e convives… tenho medo de não ser “educadora de infância” o suficiente, caraças eu que odeio o canal panda, não consigo ouvir o nome ruca e fico com vergonha alheia quando vejo os caricas!!! 
não sei como vou encaixar a quantidade de trabalho que tenho no meio de te ensinar a andar, as cores, os números e já agora a tabuada que os teus manos já sabem de cor e dava-me imenso jeito não passar por isto de novo quando estiveres na 2ª classe, se aprenderes agora damos um salto e pêras! 
será que isto tudo era só uma preparação do que nós, os dois juntos, somos capazes? que assim seja… venha de lá esse resto de inverno, venha de lá a primavera, vamos ter um verão bom e encher os pulmões para outras fases, outras etapas, outra vida. 
hoje tomei a decisão, vou ficar em casa contigo. ou ficas tu comigo? che será, será!
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diy | cake topper

Parece que foi um sucesso este bolo, não só na receita, mas como ficou, eu estou super orgulhosa e pelas mensagens que tenho recebido não fui a única a gostar. Mas e o cake topper, como fez? Perguntam, eu respondo!

Material:
. rodelas de maneirinha | at.home hobby
. carimbos | flying tiger
. pistola de cola quente | flying tiger
. raminhos | florista ou jardim perto de casa
. corda | at.home hobby

Como fazer:
. carimbar as rodelinhas de madeira
. colar as rodelinhas na corda com cola quente
. agarrar a corda em cada lado a um raminho
em cada raminho forrar as pontas que vai espetar no bolo com papel alumínio para que o ramo não fiquei em contacto directo com o bolo… a mim faz-me confusão…
Notas:
tive que colocar um raminho extra no meio do topper pelo peso das rodelinhas que na letra S começou a rodar do peso, mas isto só se nota depois quando já estiver no bolo, por isso quando forem apanhar ramos no jardim, não tragam só dois, tragam mais e logo veem como funciona melhor. 

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baby v is one | festa da floresta

we’re back! finalmente festejámos o que devia ter sido festejado em grande há dez dias, mas por ocasião de uns diazitos no hospital, foi adiado… nonetheless, aqui estamos nós! foi uma excelente festa, só família, padrinhos e sobrinhos e de repente tínhamos a casa cheia!
Esta festa foi especial por mil razões, e tive uma mega ajuda, os manos mais crescidos, que já não gostam de ser fotografados, ajudaram imenso e foram super importantes neste processo… eu ando meio cansada e eles perceberam que mais dois pares de mãos seriam super bem vindos! 
Resultado final! Adoro, sou suspeita, mas adoro!!
Scones caseiros, quentinhos com compotas e manteiga fresca. 

E este bolo? Como não pude planear muito decidi não mandar fazer, decidi fazer eu. Queria um bolo simples e que o V pudesse comer também, com 1 ano eu aproveito logo a deixa, podem comer de tudo! O creme é creme de baunilha, e a combinação foi perfeita, não sobrou nem uma migalha, sinal de que não só a casa estava cheia, mas que devia estar bom!
O tema: floresta. 
O kit gráfico inclui: nome personalizado, idade personalizada, bandeirolas, etiquetas, quadro, bolo topper
Decoração: para cada festa é pensada consoante o que preferirem. Toda a decoração desta festa pode ser reproduzida na totalidade. Falem comigo! 
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baby v at the hospital | day 9

19.01.2018 _ vinte e quatro horas sem oxigénio… equivale a autorização para sair daqui é rumar a casa! Estas escadas serão sempre recordação do que passamos aqui, altos e baixos que vão deixar em mim marcas… a ti nem tanto. Quero ir já mas vou-te deixar dormir ainda a sesta da manhã aqui para que eu possa arrumar, despedir e fazer o desmame desta relação estranha… odiar um sítio com carinho | #babyvgoeshome

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baby v at the hospital | day 7

17.01.2018 _ hoje já nada me parece terrível, acordaste bem disposto e vivo! fazes um ano e tudo hoje é bom. tiveste o melhor presente de sempre, carta verde para sair do quarto e brincar em vez de ficar sempre na cama! se isto deve servir de lição então que sirva para sabermos que na vida, pelos olhos de um bebé, tudo pode ser grande e bom! contigo todos aqui aprendemos a saber que coisas pequenas como sair do quarto valem ouro e valem essa maravilhosa expressão na tua cama… chama-se felicidade #babyvisone

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baby v at the hospital | day 6

16.01.2018 _ os rituais repetem-se e acumulam-se, o sítio do café, o sítio do almoço, do lanche, do jantar improvisado. já tenho a cadeira preferida, o lado da banheira mais confortável para te dar banho, a melhor luz para ler e a melhor para te adormecer, já sei colocar os fios para n te enrolares e desligar um ou outro quando te mudo a fralda, conheço os turnos todos das enfermeiras e preferia que houvesse mais dos médicos, sei embalar-te ao som de batimentos cardíacos que n os nossos e sei dormir de sapatos e soutien… mais que isto não sei fazer

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baby v at the hospital | day 5



15.01.2018 _ da janela do nosso quarto vemos o céu azul, na tua cara um sorriso, na minha esperança… vírus resistente ao teu antibiótico forçou a alteração da medicação… vamos dar cabo dele, mm que te faça ir um bocadinho abaixo, tenho que acreditar que serve tb para te por bom de vez… a cadeira de repente já n parece tão má, os bebés que choram são música de embalar e tu brincas… comigo

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baby v at the hospital | day 4

14.01.2018 _ solidão é talvez o sentimento mais profundo e triste que já senti aqui, sabemos que tudo é feito para o bem dos gordinhos mas nem por isso nos sentimos melhor. dizem que n vale a pena chorar, que não vale a pena irmos abaixo… no entanto sinto-me só. choro, choro muito…

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