pantone | ice cream sandwiches

é verão e eu todos os dias quero um gelado, não como todos os dias, mas apetece-me sempre. a partir das 12h lá estou eu a pensar em gelados, tanto para o almoço, lanche, segundo lanche, jantar e no dia a seguir de novo, adoro! assim que vi estas sanduiches, pensei… posso não ser a maior fã de eclairs mas não me importava nada de juntar aos meus gelados imaginários um ou dois! e o calor que está? … não ajuda a estes meus desejos. 
aren’t these eclair sandwiches yummy? with the heat we’re having i could eat ice cream all day, even without the heat i am an ice cream fan and though not as much of the eclairs, i wouldn’t mind one or two of them either. they look so delicious and creamy and so cool for summer!
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pantone | ice cream sandwiches

é verão e eu todos os dias quero um gelado, não como todos os dias, mas apetece-me sempre. a partir das 12h lá estou eu a pensar em gelados, tanto para o almoço, lanche, segundo lanche, jantar e no dia a seguir de novo, adoro! assim que vi estas sanduiches, pensei… posso não ser a maior fã de eclairs mas não me importava nada de juntar aos meus gelados imaginários um ou dois! e o calor que está? … não ajuda a estes meus desejos. 
aren’t these eclair sandwiches yummy? with the heat we’re having i could eat ice cream all day, even without the heat i am an ice cream fan and though not as much of the eclairs, i wouldn’t mind one or two of them either. they look so delicious and creamy and so cool for summer!
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arquitectura | lalo

lalo | sculp IT | antwerpen . belgie

serei sempre fã da arquitectura belga, principalmente se reconhecer os traços, nomes de rua, raciocínios por trás de cada pormenor. a base é sempre belga, é sempre a mesma, não tirando nenhum crédito merecedor que possa ter. quando digo fã é mesmo como colega de profissão e como profissional que sou e que fui quando trabalhei na bélgica, três anos.
esta habitação unifamiliar é a chamada típica casa belga, estreita, funda e com jardim atrás. fachadas pequenas, apenas duas, frontal e posterior, e um interior pronto a ser desventrado para que a pouca luz que entra, entre por ela toda como um só. o raciocínio está exactamente no aproveitamento dessa luz, cores claras e modos de alterar espaços apenas num click. aqui o click é mesmo a espectacular adaptação da “mesa de jantar”/”banca de cozinha”.

é fabuloso a magnitude da “porta”, se não parede, de abrir para o jardim, não metendo em discussão que entre definitivamente imensa luz por ali. e que tudo o que ali chega, vive o exterior com a mesma intencidade. reparem bem…

photos : Luc Roymans
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arquitectura | lalo

lalo | sculp IT | antwerpen . belgie

serei sempre fã da arquitectura belga, principalmente se reconhecer os traços, nomes de rua, raciocínios por trás de cada pormenor. a base é sempre belga, é sempre a mesma, não tirando nenhum crédito merecedor que possa ter. quando digo fã é mesmo como colega de profissão e como profissional que sou e que fui quando trabalhei na bélgica, três anos.
esta habitação unifamiliar é a chamada típica casa belga, estreita, funda e com jardim atrás. fachadas pequenas, apenas duas, frontal e posterior, e um interior pronto a ser desventrado para que a pouca luz que entra, entre por ela toda como um só. o raciocínio está exactamente no aproveitamento dessa luz, cores claras e modos de alterar espaços apenas num click. aqui o click é mesmo a espectacular adaptação da “mesa de jantar”/”banca de cozinha”.

é fabuloso a magnitude da “porta”, se não parede, de abrir para o jardim, não metendo em discussão que entre definitivamente imensa luz por ali. e que tudo o que ali chega, vive o exterior com a mesma intencidade. reparem bem…

photos : Luc Roymans
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instaweek | 29.15

finalmente tomei uma decisão quanto ao meu instagram, de facto esta coisa de ser privado mas de ter um blog não fazia sentido. na época dos blogs, facebooks e instagram, e não tarda mais outro social media qualquer, não faz sentido guardar tudo em segredo se se quer crescer minimamente. por mais que partilhe aqui a minha semana através de imagens do instagram, nunca as colocava todas e isso implicava que nem tudo era visto e lido. o instagram do A’s spot é agora público, para o bem e para o mal, tentando que sirva sim de um lugar onde partilho o que eu acho que faz parte deste meu mundo que partilho no blog também.
a questão aqui é o quão deveria ser ou não pessoal e isso incomodava-me. sabemos que quanto mais exposição as pessoas derem ás suas páginas, blogs e feeds o público adere com mais facilidade, gosta de ver, cuscar, comentar e até dar infelizes, por vezes, opiniões. eu não queria isso. manter a conta do instagram privada dava-me alguma capacidade de gestão sobre isso e quando queria partilhar algo mais pessoal, como os meus filhos, os nossos momentos, ele, fotografias com algum pormenor sobre onde vivemos, comemos, estudamos, trabalhamos deixava-me sempre de pé atrás e o controlo sobre quem via esse nosso lado deixava-me mas à vontade… no entanto os blogs não crescem parece, só de imagens bonitas e vá que até tenho um instagram interessante! 😉 sendo assim, agora é mais simples, libertei esta conta e criei outra só mesmo minha, onde posso ir pondo fotos mais nossas. sinto-me mais tranquila. e sendo assim aqui estão as minhas preferidas da semana que passou, entre uma manhã sózinha na baixa de lisboa, com o coração apertado de ver edifício abandonados mesmo ali no meio de tudo, onde tudo começou, tremeu e ressuscitou… assim… sozinhos, tristes e a precisar de arquitectos como eu que lhe lavem a cara… esperando que não se torne em mais um hostel.
até parece que não lia há anos, mas as férias estão aí e eu tive uma fome de leitura italiana, se bem que é uma tradução do espanhol, uma história sobre a guerra civil espanhola… o que eu queria era ler, retomar um dos melhores hábitos que tenho para que quando chegue o dia de parar e voar… eu já vá com balanço!

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instaweek | 29.15

finalmente tomei uma decisão quanto ao meu instagram, de facto esta coisa de ser privado mas de ter um blog não fazia sentido. na época dos blogs, facebooks e instagram, e não tarda mais outro social media qualquer, não faz sentido guardar tudo em segredo se se quer crescer minimamente. por mais que partilhe aqui a minha semana através de imagens do instagram, nunca as colocava todas e isso implicava que nem tudo era visto e lido. o instagram do A’s spot é agora público, para o bem e para o mal, tentando que sirva sim de um lugar onde partilho o que eu acho que faz parte deste meu mundo que partilho no blog também.
a questão aqui é o quão deveria ser ou não pessoal e isso incomodava-me. sabemos que quanto mais exposição as pessoas derem ás suas páginas, blogs e feeds o público adere com mais facilidade, gosta de ver, cuscar, comentar e até dar infelizes, por vezes, opiniões. eu não queria isso. manter a conta do instagram privada dava-me alguma capacidade de gestão sobre isso e quando queria partilhar algo mais pessoal, como os meus filhos, os nossos momentos, ele, fotografias com algum pormenor sobre onde vivemos, comemos, estudamos, trabalhamos deixava-me sempre de pé atrás e o controlo sobre quem via esse nosso lado deixava-me mas à vontade… no entanto os blogs não crescem parece, só de imagens bonitas e vá que até tenho um instagram interessante! 😉 sendo assim, agora é mais simples, libertei esta conta e criei outra só mesmo minha, onde posso ir pondo fotos mais nossas. sinto-me mais tranquila. e sendo assim aqui estão as minhas preferidas da semana que passou, entre uma manhã sózinha na baixa de lisboa, com o coração apertado de ver edifício abandonados mesmo ali no meio de tudo, onde tudo começou, tremeu e ressuscitou… assim… sozinhos, tristes e a precisar de arquitectos como eu que lhe lavem a cara… esperando que não se torne em mais um hostel.
até parece que não lia há anos, mas as férias estão aí e eu tive uma fome de leitura italiana, se bem que é uma tradução do espanhol, uma história sobre a guerra civil espanhola… o que eu queria era ler, retomar um dos melhores hábitos que tenho para que quando chegue o dia de parar e voar… eu já vá com balanço!

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diy|fvm . wall hanging

ainda não acabei, mas já estou super orgulhosa do que fiz e se virem bem não fiz grande coisa, simplesmente tropecei num ramo, no meu jardim preferido e pensei “porque não?”. basta levar o ramo para casa, explicar aos miúdos que não é um brinquedo e que é preciso preservá-lo intacto para que eu decida de vez o que fazer com ele. ando de tal maneira empenhada nisto de redecorar os quartos desta mini casa que lembrei-me que já que adoro ver peças de weaving, macramé, wall hanging nas decorações mais giras ultimamente, porque não experimentar, e tentar fazer uma coisa única e gira (se bem que isso dependeria apenas do meu gosto e da minha capacidade de investir nisto). seria uma maneira de fazer algo terapêutico, calmo e com tempo. o que eu queria era mesmo algo relaxante e que pudesse, esperava eu, ser algo especial para pendurar sobre a nossa cama e que não fosse demasiado feminino para ele.
tentei… e gosto muito do resultado.

os passos são poucos, a perícia simples, a paciência essa é grande. é preciso ter espaço, é preciso saber onde  o colocar para que esteja sempre ali pronto a ser feito, é preciso pensar no “design”, combinação de cores e como essas cores serão distribuídas pelo ramo e como serão enquadradas no espaço já reservado para si. no nosso caso será por cima da nossa cama e isso foi logo o mote das cores, a parede será de um leve cinza. o branco é para o contraste, os cinzas mais para o lado esquerdo, o dele, e o rosa, porque do meu lado é sempre preciso cor-de-rosa. 
basta começar pelas pontas, primeiro decidir o comprimento e deixar os fios de lã mais compridos, fios duplos, dar a volta ao ramo e enfiar os de frente na argola que vem por trás. deixar passar, apertar e deixar cair. vai-se compondo. acho que as pontas são o mais importante, dá-lhe limites e compõe-se melhor. a partir daí é completar a coisa… eu demorei 3 dias, não inteiros e não seguidos, foram 3 momentos que eu preenchi com isto, foi incrivelmente zen… 
assim que “fechei” o ramo, afastei-me e troquei alguns fios, redimensionei algumas partes e voilá… acabei. a parte final é a de colocar no sítio dele e cortar as pontas como se quiser, alinhadas ou não, mas que lhe dê algum desenho… fica para a próxima. é preciso ter alguma coragem neste ponto… temo o momento em que o corto todo e dou comigo a pensar que cortei demais… um bocado como quando vou ao cabeleireiro.. nada zen esta parte. 

que tal, gostam? eu adoro… não é uma masterpiece, mas é minha… e nem sonham o quão bem faz à alma dedicarmo-nos a isto. tenho mais ideias… mas preciso tropeça noutro ramo!
what do you think? i tripped over this branch and couldn’t help wondering what it would be like to use it to create a wall piece of my own, simple, clean and with a bit of pink, of course. it’s nothing really intricate, but i am in love with it. and how simple is it to give yourself a task that brings so much joy, peace and quiet and pride? easy peasy… probably addictive too… so i am already wondering when i’ll trip over another branch… what do you think? 
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diy|fvm . wall hanging

ainda não acabei, mas já estou super orgulhosa do que fiz e se virem bem não fiz grande coisa, simplesmente tropecei num ramo, no meu jardim preferido e pensei “porque não?”. basta levar o ramo para casa, explicar aos miúdos que não é um brinquedo e que é preciso preservá-lo intacto para que eu decida de vez o que fazer com ele. ando de tal maneira empenhada nisto de redecorar os quartos desta mini casa que lembrei-me que já que adoro ver peças de weaving, macramé, wall hanging nas decorações mais giras ultimamente, porque não experimentar, e tentar fazer uma coisa única e gira (se bem que isso dependeria apenas do meu gosto e da minha capacidade de investir nisto). seria uma maneira de fazer algo terapêutico, calmo e com tempo. o que eu queria era mesmo algo relaxante e que pudesse, esperava eu, ser algo especial para pendurar sobre a nossa cama e que não fosse demasiado feminino para ele.
tentei… e gosto muito do resultado.

os passos são poucos, a perícia simples, a paciência essa é grande. é preciso ter espaço, é preciso saber onde  o colocar para que esteja sempre ali pronto a ser feito, é preciso pensar no “design”, combinação de cores e como essas cores serão distribuídas pelo ramo e como serão enquadradas no espaço já reservado para si. no nosso caso será por cima da nossa cama e isso foi logo o mote das cores, a parede será de um leve cinza. o branco é para o contraste, os cinzas mais para o lado esquerdo, o dele, e o rosa, porque do meu lado é sempre preciso cor-de-rosa. 
basta começar pelas pontas, primeiro decidir o comprimento e deixar os fios de lã mais compridos, fios duplos, dar a volta ao ramo e enfiar os de frente na argola que vem por trás. deixar passar, apertar e deixar cair. vai-se compondo. acho que as pontas são o mais importante, dá-lhe limites e compõe-se melhor. a partir daí é completar a coisa… eu demorei 3 dias, não inteiros e não seguidos, foram 3 momentos que eu preenchi com isto, foi incrivelmente zen… 
assim que “fechei” o ramo, afastei-me e troquei alguns fios, redimensionei algumas partes e voilá… acabei. a parte final é a de colocar no sítio dele e cortar as pontas como se quiser, alinhadas ou não, mas que lhe dê algum desenho… fica para a próxima. é preciso ter alguma coragem neste ponto… temo o momento em que o corto todo e dou comigo a pensar que cortei demais… um bocado como quando vou ao cabeleireiro.. nada zen esta parte. 

que tal, gostam? eu adoro… não é uma masterpiece, mas é minha… e nem sonham o quão bem faz à alma dedicarmo-nos a isto. tenho mais ideias… mas preciso tropeça noutro ramo!
what do you think? i tripped over this branch and couldn’t help wondering what it would be like to use it to create a wall piece of my own, simple, clean and with a bit of pink, of course. it’s nothing really intricate, but i am in love with it. and how simple is it to give yourself a task that brings so much joy, peace and quiet and pride? easy peasy… probably addictive too… so i am already wondering when i’ll trip over another branch… what do you think? 
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