shop window | tufi colors

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aqui está a semana da #lojamaisqueridadobairro em revista. 
cá para mim será a melhor maneira de mostrar o que andamos a fazer e a preparar. produtos novos, eventos, gostos e coisas queridas que nos preenchem a semana. e esta semana foi dedicada ao acontecimento mais típico de sábado e domingo, os baptizados! as manhãs de sábado na loja são isso mesmo a correria ao presente de última hora para oferecer num baptizado e tentamos que a loja esteja cheia de coisas queridas para que não falte nada a quem por diversas razões não conseguiu tratar de tudo a tempo. sou suspeita e adoro tudo o que fazemos, seja a combinação que for e o propósito do mesmo, mas gosto mesmo e espero que isso se note, mesmo naqueles dias em que não… em tons rosa ou azul, para os mais pequeninos fica tudo querido, não há volta a dar. seja nas dezenas, nos quadros com a oração mais rezada no universo infantil, as cruzes para acompanhar as noites, os fios para as meninas mais crecidas (também há para rapaz) e as fitas de chucha, fraldas e almofadas de amamentação perfeitas para o início de uma vida. espero que gostem tanto quanto nós. para a semana mostro mais coisas queridas!

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pantone | falafel and tahini

falafel with quinoa, pumpkin and tahini sauce | renée kemps

adoro finger food e principalmente comida árabe, grega, libanesa. dos quinze dias que estive na palestina foi o que mais adorei fazer, comer, até porque o ritual da refeição num país como a palestina é o que une as famílias, vizinhos e amigos, para que possam descansar, sorrir e sonhar com um momento tranquilo no meio de tanto caos. 
falafel e tahini no mesmo prato poderá ser uma experiência única, vou provar de certeza, quinoa e abóbora dão-lhe aquele tom caseiro e tão diferente. é um prato em tons verdes e laranjas e isso é do mais natural possível. yum!
i absolutely love finger food, specially anything arab, greek and libanese. those two weeks in palestine will always be in my heart forever for a million different reasons, but specially the happy and relaxed way people got together and smiled around a meal… as if it was the only way to distract from all that chaos outside… 
falafel and tahini on the same plate is probably an explosive and wonderful experience and i’m sure going to try. quinoa and pumpkin give it that wonderful homemade feel to a meal. greens and oranges are one of the most natural combination of food! yum!
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the architect in me | house 1014


house 1014 | h arquitectes | barcelona . spain


the sequence of spaces creates some kind of ambiguity about what is an interior or exterior space. at the same time, outdoor spaces are intentionally differentiated, so the presence of greenery and natural ceramic helps creating genuine landscape impressions in a plot without views. (part of the orginal text…)

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my fave | safari animals

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ando a repensar o quarto dos miúdos… acho que faço isto uma vez por mês, no mínimo… mas desta vez até fui mais longe. como o site onde estava a comprar coisas para eles estava com problemas de actualização, distraí-me e fui para outro mundo… lembrei deles mini mini, acabadinhos de chegar e que na altura não fiz planos nenhuns, deixei fluir tudo naturalmente, fui criando o espaço deles pelos olhares, gestos e sorrisos que me iam dando todos os dias. mas se fosse agora. ai se fosse agora, eu tinha que emigrar outra vez para não me perder! comecei a imaginar o que seria um quarto para bebés, rapazes, dois, pequeninos e tão lindos… e em áfrica! afinal de contas sempre foi casa três anos e têm-na no coração como no sangue. animais de safari foram e são uma paixão dos dois e eu tenho a certeza que adorariam um quarto cheio deles. mesmo que agora me digam que já não querem os peluches dos leões e macacos e elefantes porque são para bebés… pedem sempre um crocodilo, leopardo e rinoceronte como animais de estimação… temos pena, mas não! seria assim… tons clarinhos, mas cheios de feras e garras! 
here i am rethinking the boys’ room all over again… i do this so much lately i think i’ll never get to an actual decision or theme because i can’t decide on a final decor. this time it was slightly different because i transported myself to those first days of the mini babies and dreamt of what i’d like to do with their room. their love for safari animals is still an important aspect of their lives, africa was home for three years and though they tell me their stuffed lions and elephants are for babies, they beg for crocodiles, leopards and rhinos for pets… which i always answer with a sorry “no”… as if! if we could start all over it’s be like this… light tones, but with claws and beasts!
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instaweek | 08.15

a semana começou com um ataque desenfreado ao melhor bolo português e o único que mesmo assim consegue ser bem feito além fronteiras, nada como cá, mas já algumas vezes me tirou a saudade da miséria e deu para não sucumbir à depressão. não só serviu de sobremesa a um jantar a dois, para festejar o que parece ter começado ontem, mas serviu também de mote para uma investigação daquelas que enfim, difícil mas alguém o tinha que fazer… escolhemos a melhor equipa para enfrentar tamanha proeza. eu e a menina. percorremos em três horas, quatro pastelarias. das mais conhecidas em lisboa, mas que por uma razão ou outra criam desavenças nas amizades. para que isso termine de vez, foi feito o primeiro de alguns #thepasteldenatatour. em breve os resultados desta pesquisa intensa, doce e um tanto ou quanto diabética… mas que passados agora oito dias, soube tão bem!
para terminar uma semana bem e em família, precisei de pegar nos miúdos e no marido e sair da cidade. fomos ao campo, ao alentejo, mais precisamente a mora! todos tivémos o nosso momento preferido, ele foi caminhar e percorrer o rio no meio da natureza, eu respirei arquitectura e eles viram bichos e terra e árvores e rio e barragem e “ó mãe vamos passear para sempre até ao fim do rio tejo”. que bom poder correr, respirar fundo sem pressas nem correrias. sem horas nem refeições demasiado planeadas. entre paredes brancas e caiadas a amarelo, fachadas perfeitas e comida temperada. sol, céu azul e um cheiro a primavera.

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italiani | á tavola

cada vez que como num restaurante italiano, perguntam-me logo se é bom e se o A gostou. sendo ele exigente como qualquer italiano na sua gastronomia, não perdoa nem se esquece. desde que nos conhecemos, em itália, que ficou decidido (mesmo que jamais pronunciado tal regra) que a comer fora, nunca o que se pode comer bem em casa, ou seja massas e risottos nunca porque isso está garantido que o consigamos fazer e bem. eu não, mas ele sabe o que diz e o que cozinha e eu não discuto. habituei-me a ter na mesa comida da boa, seja dele ou da minha sogra, e de facto assim, só vale a pena comer fora se for pizza. mas não comemos pizzas quaisquer. na verdade… para um italiano comer não é só comer… é todo um processo e assunto que tem que se lhe diga.

existem regras, combinações, atitudes, nomes, e proibições que têm que ser cumpridas, ou arriscam-se a nunca mais se livrarem da fama………. eu que o diga.
a ver se eu consigo num só post, reunir todas as regras, absurdas ou não, ele que não oiça, para comer bem e tranquila com um italiano à mesa.
. os italianos não são esquisitos, comem de tudo e bem. o máximo da esquisitice que eu assisti num italiano foi para comer ouriços do mar… que muito entendi eu, pois não consigo conceber tal coisa, está na minha lista de coisas que eu não como no número 249! 
. os italianos aprendem a cozinhar na barriga da mãe, e toda a vida a ouvem falar de comida e a cozinhar, de todo em modo mulher escrava da cozinha, mas mais elevada a um altar de bem cozinhar… incrível! mãe é mãe, é certo, mas as mães italianas, não necessariamente todas napolitanas, há mais cidades em itália, todas com uma capacidade de temperar, apurar, combinar e cozinhar incríveis. a minha sogra não é excepção. tem a cozinha sempre, mas sempre vazia, e no entanto temos banquete a todas as refeições. ofereço ajuda, mas sei que no fundo o melhor é esperar pela surpresa! eles assim crescem e assim ficam. aprendem a fazer do nada, algo que é simplesmente divinal. 
. a pasta e o risotto não são acompanhamento! e agora entramos por um caminho tortuoso porque meu deus foi a primeira grande diferença da cozinha italiana que eu vi e não entendi, lembrem-se que eu cheguei lá com 22 anos e embora já comesse há muito tempo comida no geral, não fazia ideia o que era cozinhar nem que a comida não precisasse de meio kilo de sal por garfada… o português, como muitas outras civilazações mistura arroz e massa com carne, com peixe, com douradinhos (yuck), galinha, atum tudo… alto! nunca, jamais se come uma pasta ou risotto acompanhado de um bife, posta de peixe… quando se sentarem num restaurante italiano, não há bife com esparguete para ninguém, haverá sim um spaghetti al ragú, que tem carne picada suficiente para fazer uma almôndega apenas para lhe dar alguma textura… num risotto alla salsiccia apenas para lhe conferir sabor temperada com vinho ou cerveja… mas nunca, como acompanhamento do que quer que seja. é o prato! quando pedirem um bife num restaurante… o bife vem num prato sozinho… depois é preciso pedir a salada, batatas ou verduras cozidas à parte!
. queijo e atum não se juntam! talvez a que demorou mais a encaixar… caramba a única pasta que eu sabia fazer (e muito mal) tinha que ter um toque mais italiano, ou seja, queijo parmesão em cima! não!!! quem é que me disse isto de um modo muito querido e baixinho para não me envergonhar à mesa com catorze pessoas?… a minha sogra! e desde aí… nunca mais. porquê? não faço a mínima…… mas não quero descobrir, não me atrevo a pronunciar tal combinação.
. parmiggiano… ui, um mundo de muita rivalidade. há parmiggiano e há grana padano! pela vossa saúde, não baralhem os dois. o ar condescendente de um italiano a olhar para quem baralha os dois é bastante mau… é preciso um curso, por isso tirem-no! se puderem façam amizade num mercado de sábado de manhã numa qualquer cidadezinha italiana e em três tempos vão estar a dar bitates sobre queijos. o teste está em provar um em lisboa e conseguir dizer qual é… impossível!
. aprendam a dizer bem bruschetta
. a pasta come-se em prato fundo, só de garfo. ajudar com a colher é para bebés, e esses comem sopas passadas!
. partir o spaghetti ou cortar com o garfo e faca denuncia logo um português! para além de ser quase impossível usar o garfo em esparguete partido……….. se incomoda “sorver” os fios de massa, aprendam a enrolar no garfo. 
. azeite, sempre extra virgem! e nunca meter na água onde se cozinha a pasta!
. pizza. antes do mais, é uma pizza por pessoa, não são 3 fatias. se a pizza for boa, não pesa nem é demais. é perfeita!
. pizza hut não é pizza é bolo!
. não existe pizza com fruta assim como não existe esparguette à bolonhesa!
. a pizza come-se com as mãos!
. cappuccino nunca se bebe ás refeiçoes, e muito menos depois do meio-dia… ainda estou para me habituar a esta… não consigo e como portuguesa vou ignorar…. ao lanche sabe bem desde que não à mesa com o sogro. 
. caffé bebe-se curto. e se for pingado é maQUIato e não maXiato. faz parte do básico não inventem e se usarem a língua italiana tem que ser bem. como também não existe piSa mas sim PITSA!
dito isto… buon appetito e para que saibam, a MELHOR PIZZA DE LISBOA é feita num Forno d’Oro!

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pantone | peach, basil and blueberry mojito

ainda estou em modo celebração e um bocadinho cansada de certas coisas… precisava de um destes, fresquinho, mesmo com pêssego, preferencialmente os rosa clarinhos e carecas, basílico que sei que dá um toque maravilhoso ás bebidas e mirtilos que ao explodirem na boca finalizam na perfeição um drink qualquer. adoro! e hoje cheguei a casa já depois das seis da tarde e ainda era dia… primavera à vista, tempo bom e quente e algo fresco na mão. 
i’m still in celebration mode though a bit stressed too over a few things… i need one of these. fresh, specially with pink peach, basil and blueberry which i know brings new depth to drinks. love it! i arrived home today after six pm and realized the sun is still shinning and it’s still day and spring is coming, longer days are here and in need of something cold in your hand!
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my fave | hexagon

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sou um bocado louca por hexágonos, não sei de onde vem, mas desde aquele teste de educação visual em que fui a primeira a fazer um hexágono sozinha no quadro com o compasso gigante e adorei talvez tenha percebido que é uma figura geométrica perfeita. o potencial é imenso e mesmo tendo os lados iguais parece que se transforma cada vez que se roda! e o que se tem visto ultimamente no pinterest tem sido fabuloso, cada um melhor que outro, combinado com cores pastel, dourado ou cobre. mil e uma possibilidades e tantas ideias! desde meter hexágonos na parede, mobília, pormenores de acessórios, diys simples de cortiça ou até papel autocolante para vasos muito simples, tabuleiros e caixas para o home office, efeito origami, prateleiras, bases de copos, o que for… asseguro, que fica sempre bem. 
love hexagons! i have no idea why but i do, and i remember that long gone class of visual ed in ninth grade when i was the first (and best) one in class to finish a hexagon with technical drawing with the giant compass we had in school for the blackboard. but i realized it’s the perfect geometric shape for me. and though it has six equal sides, it feels likes it changes which ever way you turn and which ever way you use it. the ideas keep getting better, more beautiful, simpler but oh so sweet. and somehow it also has a masculine feel to it so it doesn’t necessarily have to be cute and pastel colored, the bronze ones look really cool too. it looks nice anywhere, either way. 

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architecture | hiroshima hut

a nossa maneira de viver e ocupar uma casa é a que conhecemos, portuguesa, europeia, bastante comum entre os países europeus e até americanos… mas quando analisamos uma habitação japonesa, de repente apercebemo-nos que o resto do mundo usa e ocupa uma habitação de maneiras completamente diferentes. este é um exemplo. 
ao longo da minha profissão, fui-me sempre deparando com alguns exemplos fenomenais de como se pode existir num espaço abdicando de pormenor, de extras e tralha, ruído visual e material. não é de todo o meu modo de viver a minha casa, mas acredito que este exemplo sirva perfeitamente para analisarmos e pensarmos na qualidade de vida, ou não, de alguns povos. 
esta habitação é composta por uma cobertura fina apoiada em paredes exteriores de acrílico permitindo que a natureza entre pela estrutura a dentro, mantendo a temperatura da casa perfeita pela sua capacidade isolante. no interior os espaços são divididos por folhas curvas de metal expandido permitindo que se pendurem objectos e até que as pessoas se possam encostar nas mesmas.
é composto por múltiplos níveis, não superiores a 1000mm de diferença de altura eliminando totalmente os corrimões. os serviços e instalações sanitárias estão escondidas nestes níveis inferiores para que o piso térreo fique limpo e completamente transparente, e assegurando a máxima privacidade. sem dúvida um espaço mais acolhedor do que possa parecer, o oposto do nosso uso “normal” da habitação mas que permite envolver o ambiente na vivência privada de uma família.
claramente sei que ninguém mantêm uma casa, com filhos e amigos, neste estado puro e livre de objectos, mas prefiro analisar os nossos extras comparado com este vazio.
“…the concept of this project is to suspend a thin cover on a natural hill, equip it with furniture and in this way create a place where people and animals can meet under its shade.
the facade is made os transparent acrylic sheets on all four sides of the building, allowing the residents to get closer to nature while keeping the house warm due to this material’s high thermal insulation capacity. inside, the spaces are softly divided by expanded metal curved sheets allowing people to hang something or lean on it. 
the space is composed by multiple levels with a maximum difference in height of 1000mm that allows installing no handrails. utilities and storage space are hidden under these levels, resulting in a very clean ground floor. the facilities’ floor level is partially underground to assure more privacy allowing the residents to see the sky only…” (part of original text)

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