where to stay | craveiral


Festejar quinze anos de casamento merece um momento único, um lugar especial, uma luz perfeita e um fim-de-semana sem miúdos, sem horários e muito tempo livre. 

Este ano não fui eu que tratei de nada, que sensação maravilhosa, fui surpreendida com três dias num lugar especial como eu adoro, feito à minha medida, com linhas direitas e algumas não, paredes caiadas a branco, apontamentos de tons de terra e uma paisagem natural e tão alentejana. 



O Craveiral não é um hotel, é um lugar, um lugar num sítio perfeito. Na costa alentejana, pertíssimo do mar, no entanto silencioso com barulho de fundo dos passarinhos que por ali passam a beber da fonte. Exposto ao sol todo o dia, sem sombras e com lugar para todos. Entre o luxo e o terra-a-terra, caseiro com elegância, tudo isto aliado à sensação de estar em casa, com família.  




Como arquitecta e interessada em tudo o que se faz de novo, não fiquei indiferente a este projecto, entre linhas alentejanas, direitas, simples com mistura de algo orgânico e único. Projecto de Tiago Silva Dias, enquadra-se na perfeição na paisagem que o circunde. 



Todo o design português no interior é fascinante, algumas peças da DAM, que no momento será talvez do melhor que o design português tem enquadram-se como se feitos para ali. As soluções de materiais, escala, tons e texturas funcionam na perfeição. Quando se pensa em tudo, torna-se tudo num todo. 


Craveiral . estrada municipal 501 odemira | site | facebook | instagram

Para não falar das maravilhosas e leves panquecas que fazem do pequeno-almoço A refeição do dia!

us | quinze anos

Celebrar quinze anos de casamento, ou no nosso caso de uma união que de facto mais parece um casamento, tem que se lhe diga. De momentos vividos, de momentos queridos, de momentos tristes, fabulosos e um tanto ou quanto bizarros. Não são apenas uns dias juntos, nem uns meses e nem sequer uns quantos anos a dormirmos na mesma cama, é uma vida... uma vida juntos.

Lembro-me do primeiro dia em que entrou na minha casa de malas e bagagens, um gira-discos e três caixotes com a colecção vinyl para a qual não havia espaço, mas tinha que vir com ele. A primeira discussão foi sobre isso, uns dias depois, num cenário em que o coloquei no meio de um incêndio, o que escolheria, eu ou os vinis...  digamos que houve um silêncio constrangedor, mas também uma promessa de amor eterno. Hoje sou bem mais importante que os tão venerados vinis, mas sei que sem mim não vive, enquanto que o resto são coisas... se puderem ser salvas numa tempestade, melhor, mas se eu não estiver lá não terá o mesmo sabor, eu e os nossos três minis que deste casamento perante os nossos olhos vieram.

O primeiro T1 em milão, tornou-se num T1 em antuérpia, para um T4 em maputo, para um espaçoso T2 em lisboa, em todos eles coube e cabe o nosso amor, respeito e vontade um do outro. E que vontade... vontade de nos termos por perto, isto que precisarmos do toque, do cheiro, da presença, da voz diz-me que tanto de mim como dele é sempre como se fosse o início. Se pelo meio a chama ficasse por vezes sem fogo, não nos incomoda, é preciso é que haja sempre vontade de lá ir e dar-lhe mais força, mas que nunca se apague. Preciso eu mais dele do que ele de mim talvez, mas eu sei que me sinto menos eu quando ele não está, como se me faltasse uma parte e em que fico mais lerda, mais ansiosa porque a minha paz interna é sempre melhor quando o sinto por perto.

Quinze anos depois ainda me sinto uma miúda quando saímos juntos, ainda me sinto nervosa como se fosse tudo do início, ainda sinto que fico corada quando ele me elogia e me diz "ti amo" ao ouvido... e quando me diz "grazie" quando os miúdos fazem algo que o deixa orgulhoso ou babado. Não sei viver sem ele, nem quero, nem por favor me façam pensar nisso... prefiro sim ver-nos ainda saber aproveitar os momentos que temos juntos, sozinhos como este fim-de-semana.

era só isto...

plano alimentar | semana 1

Comecei um processo novo há 7 dias. Não é uma dieta, mas sim um acompanhamento diário sobre como fazer as trocas certas. Pegar em ingredientes que faziam parte da minha vida e trocar por opções mais saudáveis.


A _ sopa de bróculos . batata doce no forno . ovo cozido


PA _ panquecas de aveia . toranja . iogurte natural

Nunca fui grande cozinheira, mas gosto de cozinhar, mais pratos elaborados do que coisas do dia-a-dia, mas trabalho muito sozinha e de um lado para o outro e ter uma alternativa fácil, saborosa à mão tornou-se numa pesadelo, por isso de há uns anos para cá a solução era ou comer restos ou então saltar refeições e comer mais tarde, mas depois entre miúdos, reuniões ou tarefas adiava sempre o comer. Nem tinha percebido que fazia isso até me sentar e entregar à Raquel, a minha health coach, o meu plano diário alimentar tipo.

Num dia era capaz de comer pequeno-almoço e só voltar a comer ao jantar, bebendo só cafés pelo meio. As desculpas eram sempre as mesmas, agora não posso, não tenho nada e não quero gastar dinheiro, reduzindo as opções a cafés e copos de água... era bom que isso me fizesse emagrecer, mas em conversa com a Raquel e questão é mesmo essa, se bastasse fechar a boca eramos todas umas miúdas em peso! Dito isto... e sendo eu uma auto-proclamada pessoa organizada, parte do processo para iniciar esta fase foi mesmo pensar, decidir, organizar, planear e atacar a coisa de frente.


L _ dois quadrados de hcocolate negro 70%

A Raquel elaborou-me um plano alimentar semanal, com as devidas alternativas, que me motivou a experimentar, provar e acima de tudo comer coisas novas. Um modo novo de comer não é só para quem come pouco como eu... só não comia o que devia. Diluir variedade pelo dia, tornar o dia um processo de 5 refeições, foi um processo mental e tanto, completamente impossível achava eu.

Uma semana depois, aqui estou eu com resultados muito positivos, claro os números contam, sempre foram -10cms na cintura, -5cms na anca e -1kg de peso... não quero parecer convencida e dizer que isso não é bom e que eu não ligo aos números, ligo sim e muito, mas clichê ou não, o melhor tem sido o percurso.

Porque não passar a ter cinco farinhas diferentes mais saudáveis em casa do que uma sem piada nenhuma? Porque não ter sempre à mão sementes variadas que podem enriquecer um prato pelo sabor mas principalmente pela sensação de saciedade. Porque não comer panquecas ou bolos algumas vezes por semana desde que feitas com os ingredientes certos, e claro nunca abdicar do sabor, porque para comer comida de pássaro não obrigada... mas assim tem sido fa-bu-lo-so!


J _ quinoa . queijo fresco


A _ salada três alfaces . muffins de perú

Hoje foi dia de olhar para o plano alimentar da última semana e fazer os devidos ajustes, perceber vontades e ódios de estimação quanto à comida, mas acho que a melhor coach do mundo aprovou os resultados e esta grande conquista!

O mais fácil? foi fazer o tal plano, decidir e não comer nada que não estivesse no plano, para isso invadi a loja Celeiro e trouxe tudo! Depois escrever, e tomar decisões sobre o que ia fazer para quando, a ter tudo feito com antecedência ajuda a não sair dos carris, caso não conseguisse fazer antes, no dia dava tempo no meu horário para isso, fresco é sempre melhor.


PA _ panquecas de aveia . fruta fresca


L_ avelâs


L _ bolachas de aveia e banana

O mais difícil, foi mesmo comer o que achava não gostar. Exemplos? Bróculos! Quinoa! Queijo fresco! Bolo de côco! Toranja! Enfim... sempre fui muito esquisita. Mas vejam as imagens e vejam lá se não me tornei numa perita em cores? Os olhos comem claramente, e é preciso fazer e experimentar MESMO.


J _ bife de perú . salada . bróculos cozidos a vapor


PA _ pão escuro . queijo fresco . doce de abóbora sem açúcar


Dou notícias daqui a uma semana! ;)

tra.pé.zi.o | #Ttalk . viver das redes


Este foi o grupo do primeiro #Ttalk . Viver das Redes (ou não), e que grupo! Que dia, que manhã e que conversa boa! Tudo começou com uma ideia para onde arrastei duas pessoas extraordinárias, a Catarina Beato e a Raquel Fortes nem hesitaram e criámos um ambiente, não só de trabalho, bom e fácil, super interessante e motivador. Cada uma com o seu background, com a sua experiência conseguimos as três fazer maravilhas. 

Tem sido um momento especial na minha vida, sentir o apoio moral e até palpável de um grupo que poderia noutro período da vida nem sequer se juntar mas que por um acaso perfeito acabou por conseguir criar oportunidades e momentos especiais. 

Um desses momentos foi este, ontem no espaço Tra.pé.zi.o.
As #Ttalks, conversas à mesa com tema e pequeno-almoço.
Nesta primeira edição, a querida Fabiana do TheFoodForReal trouxe-nos o que tem de melhor, bolo de milho (yum), húmus, pão, fruta fresca e frutos secos que não só desapareceram em três segundos como eu guardei o resto do bolo só para mim enquanto tiver que fazer balanços trimestrais para várias marcas!


  

O tema da primeira #Ttalk foi sobre o viver das redes, ou seja se de facto se pode ou não viver DAS redes e como é que isso acontece ao longo de tempo. Trocámos impressões de quem o faz há anos, de quem tenta mas não sabe como, de quem não quer de todo mas que por questões de trabalho e de maior publicidade a isso se sente obrigado. E ainda de quem vive das redes por gerir redes sociais de outras personalidades/marcas. 
Do meu lado foi importante transmitir os pontos essenciais do que vê uma marca quando olha para uma influenciadora ou blogger, ou um simples seguidor. Que relação têm que ter os seguidores com marcas, ou outras personalidades. Que rede de colaborações são eficazes na construção de uma identidade digital e que lugar ocupa no mundo das redes sociais. Tudo isto fluiu como conversa entre amigas, entre dentadas e chá quente. 


Perguntam-me muitas vezes o que é a Tra.pé.zi.o, é um colectivo de pessoas, e no fundo é simples, é uma forma geométrica com os lados todos diferentes que criam um todo, lados esses igualmente importantes. No circo, como na vida, é dos momentos mais perigosos, mais desafiantes, com a certeza porém de que até podemso cair, temos rede para nos apoiar. 

É quando nos aventuramos que precisamos de mais apoio, principalmente quando seguimos sozinhas, de nos circundar de quem nos pode ajudar, proteger, orientar e com quem podemos partilhar e desenvolver ideias. Ao contrário do que podem dizer, para mim a inspiração vem do mais simples, dos momentos mais livres e menos stressantes. Sou muito organizada e metódica, por vezes esses dois aspectos tomam conta da parte mais criativa e da relaxada que há em mim, por isso é importante o contacto com os outros e com o mundo que me rodeia. 

Estas conversas são isso mesmo, porque fecharmo-nos num cubículo, num bunker, numa cave e esquecer que há mundo, quando nos podemos mostrar e mostrar o que fazemos, partilhar e repartilhar, criando uma rede de contactos e principalmente de força e energia positiva. 

 


O resultado não podia ter sido melhor, superou as expectativas e foi acima de tudo um excelente momento de convívio. Obrigada a todas as presentes:


Para mais informações sobre as #Ttalks por favor enviem email para : andrea@andreaportugal.pt
O próximo já está agendado para 27 de Fevereiro . 10-13h . "fotografia para instagram"

let's party | panda



Para o Vasco o panda não é apenas um canal na televisão, aliás o gosto por pandas surgiu muito cedo, mal estava um minuto a ver bonecos. Adora televisão, mas na verdade senta-se à espera que apareça o panda a mexer.se, dançar, a cantar os parabéns, etc. Esta paixão tornou-se numa brincadeira engraçada cá em casa, todos à procura dos pandas do mundo, já o encontrámos nos sítios mais estranhos e onde menos se espera, ele até vê nas nuvens e sombras... muito à frente! 

Para este aniversário, tentando esquecer que o primeiro tinha sido celebrado "fora de horas" e com atraso, dediquei-me por completo para que ele percebesse que era tudo dedicado a este miúdos que nos enche a casa de coisas fofas e que faz a delícia de todos. 

O tema panda era mais que óbvio, mas não claramente do canel, sem três mil cores, e sem franschisings desnecessários. A mãe deu-se ao trabalho e desenhou tudo à mão, mesmo sabedo que ficaria dias a fio a cortar peças minúsculas e usar durante umas horas a pistola de cola quente. Valeu a pena, porque se vissem o que ele abriu os olhos e sorriu e gritou "uá uá" (panda na linguagem dele) diriam o mesmo. No fundo é para isto que eu não durmo e passo meses a pensar nas festas deles!


Um cenário de bambu e um panda enorme fizeram as delíscias dele e dos primos "que grande tia" ouvi mil vezes, "está escondido na selva de bambú" ora bem, é isso mesmo meus queridos!


Enquanto montava, pedi que a Mariana, do ProjectoAlfacinha me viessem ajudar e trazer o que melhor faz na cozinha, os seus excepcionais CinnamonRolls, que na verdade vêm da Joana Roque adaptados! Magníficos! Só para dizer o quanto eram bons, a certa altura tirei-os da mesa para poder trazer "restos" para casa... nestes eventos como muito pouco porque não posso parar um segundo e achei por bem reservar-me dois rolinhos para mim!



Adaptar toda a mesa ao cenário que se quer criar, neste caso fiz a continuação do mural para a mesa, e como se trata de uma mesa de 3m não valia a pena enchê-la toda de comida, 1/3 dela foi ocupado pela tal floresta de bambu. Alguns adereços como os potes para as pipocas arranjei nos mesmo tons do bambu tal como os copos. Juntei loiça e bases entre os verdes, brancos, pretos e de madeira para lhe dar um ar mais natural. Pela mesa espalhamos folhas mini e mini pompons pretos... que deu mote a muita galhofa aos miúdos!


Há sempre um momento em que o cansaço resulta em disparate, eu ia rasgando este balão de tanta força que fiz, são mal feitos e um tanto ou quanto mal pensado. 


Estas máscaras foram o presente que demos aos convidados miúdos, qual gomas, doces ou coisas que nem duram, estas servem para muita brincadeira! 





Todo um kit completo!







kit festa panda | compre já!

where to eat | doló


Um dia passei à porta e adorei o que vi, um espaço soalheiro, amarelo torrado, azulejo de padrão lindo, montra cheia de bolos e croissants estaladiços, pão de ló fresquinho e tantas sobremesas prontas a levar para casa.

Abriu em Setembro e já é um sucesso, entrar aqui é certo que se seja bem atendido, ambiente super acolhedor e um cheirinho perfeito de coisas boas a sair do forno. E o café... just like I like it! 


Há uma lista enorme de possibilidades de encomendas, salgados ou doces e se eu tivesse uma foto mostrava-vos uma fotografia da magnífica pavlova que a Joana faz... para além de maravilhosa de boa, é linda! E eu adoro pavlova... mas este pão de ló é qualquer coisa! 



A Doló na verdade identifica-se ocmo Casa de Chá, e que chás! Tem mil e uma opções e sabores para tomar com um scone ou rolos de chocolate, yum, ou melhor ainda levar uma caixa e disfrutar no conforto de casa. Há tantas por odne escolher e para oferecer. 





Quando puderem entrem, disfrutem e fiquem um bocado, também há almoços divinais. Tudo caseirinho e fresco, tenh oa certeza que vão adorar!


doló casa de chá . rua santo antónio à estrela 136, lisboa | facebook . instagram